Gourd- Cabaças-Calabash-Kürbis-Pumpkin
Entre uma exposição e outra, nos períodos em que fico pensando sobre qual será meu próximo passo ou qual quadro vou pintar, continuo produzindo umas outras coisinhas que me dão muito prazer e que, bem ou mal, me mantém produtiva, e, é claro, me dão retorno financeiro.
Já andei mostrando aqui a minha paixão pela versatilidade das cabaças que tem outros nomes,( dependendo da região ou do país).Minha primeira memória delas é da cozinha da minha avó, uma meia cuia que servia para pegar o arroz cru. Tudo bem. Só que eu "herdei" a mania deste uso da tal meia cabaça da minha mãe e uso até hoje. Esta "durabilidade" já me encantou. Já gostava das formas. Daí, em Uberaba, na fazenda, tinha um pé de "coité"( outro nome). Enfim, acho estas coisinhas de formas arendondadas que nascem em árvores ou de forma rasteira um assunto muito interessante.Hoje vou mostrar só o uso que eu faço delas mas vocês não calculam a versatilidade desta benção da natureza.
Com esta mania de pintar tudo que vejo pela frente é natural que eu tenha tido olhos para vesti-las com uma roupinha com a minha cara, sometimes folk e sometimes ...sei lá, dou umas viajadas pensando nas pessoas que eu quero bem e seus hobbies.
É claro que eu tinha que escolher a forma mais complicada para apreciá-las, ou seja, as menores que eu encontro. Acabei achando uma nova função para elas, simplesmente colheres. Ideais para coisas secas como sal,açúcar, farofa, farofa para sorvete, farinha de trigo, pó de café etc. A maior delas aqui equivale a uma colher de sopa.
Uma coisa puxa a outra, recebi sugestões, e elas se tornaram quadrinhos para portas de banheiro, enfeites para árvores de Natal etc.
E o tema não tem fim, a cada viagem, eu descubro uma silhueta que se adapta à forma de uma daquelas que eu tenho na mão. Pela sua própria natureza elas acabam sendo pintadas de forma exclusiva, únicas. Eu parto de uma forma e daí tento pensar num desenho que se adapte à ela. Dou algumas demãos de tinta branca comum,de parede mesmo e depois desenho. Daí pinto com tinta para artesanato. Por fim, duas camadas de verniz naval para garantir a durabilidade.
Estas eu fiz com um fiozinho de forma que possam ser penduradas em árvores de Natal, por exemplo.Estas estão inteiras, as anteriores são cortadas ao meio.
Já andei mostrando aqui a minha paixão pela versatilidade das cabaças que tem outros nomes,( dependendo da região ou do país).Minha primeira memória delas é da cozinha da minha avó, uma meia cuia que servia para pegar o arroz cru. Tudo bem. Só que eu "herdei" a mania deste uso da tal meia cabaça da minha mãe e uso até hoje. Esta "durabilidade" já me encantou. Já gostava das formas. Daí, em Uberaba, na fazenda, tinha um pé de "coité"( outro nome). Enfim, acho estas coisinhas de formas arendondadas que nascem em árvores ou de forma rasteira um assunto muito interessante.Hoje vou mostrar só o uso que eu faço delas mas vocês não calculam a versatilidade desta benção da natureza.
Com esta mania de pintar tudo que vejo pela frente é natural que eu tenha tido olhos para vesti-las com uma roupinha com a minha cara, sometimes folk e sometimes ...sei lá, dou umas viajadas pensando nas pessoas que eu quero bem e seus hobbies.
É claro que eu tinha que escolher a forma mais complicada para apreciá-las, ou seja, as menores que eu encontro. Acabei achando uma nova função para elas, simplesmente colheres. Ideais para coisas secas como sal,açúcar, farofa, farofa para sorvete, farinha de trigo, pó de café etc. A maior delas aqui equivale a uma colher de sopa.
Uma coisa puxa a outra, recebi sugestões, e elas se tornaram quadrinhos para portas de banheiro, enfeites para árvores de Natal etc.
E o tema não tem fim, a cada viagem, eu descubro uma silhueta que se adapta à forma de uma daquelas que eu tenho na mão. Pela sua própria natureza elas acabam sendo pintadas de forma exclusiva, únicas. Eu parto de uma forma e daí tento pensar num desenho que se adapte à ela. Dou algumas demãos de tinta branca comum,de parede mesmo e depois desenho. Daí pinto com tinta para artesanato. Por fim, duas camadas de verniz naval para garantir a durabilidade.
Estas eu fiz com um fiozinho de forma que possam ser penduradas em árvores de Natal, por exemplo.Estas estão inteiras, as anteriores são cortadas ao meio.
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