sexta-feira, 31 de outubro de 2008

PEDOFILIA - IIIIIRRRCCC!!

O DESIGN GRÁFICO A SERVIÇO DO MAL

Não sou de levantar bandeiras. De um modo geral aceito as coisas ruins como parte da vida, coisas contra as quais minha opinião não afetará em nada.Uma boa perdedora, infelizmente. Tragédias que envolvem terrorismo, matança de animais, violências causadas por puro fanatismo religioso ou por fortes convicções culturais, contra essas me dá um desânimo danado. As pessoas juram que estão certas.
Mas no caso da pedofilia não poderia me calar. Esta forma velada e sinistra de violência me apavora, me enoja, me deixa perplexa. Isso é errado aqui e do outro lado do mundo, ontem, hoje, amanhã e sempre. . Essa corja de covardes doentes deveria apodrecer na cadeia. Eu desconhecia os tais símbolos e me sinto na obrigação de divulgá-los. Fiquem de olhos abertos!!Abaixo, o texto que recebi por e-mail.

O FBI produziu um relatório em Janeiro sobre pedofilia. Nele estão colocados uma série de símbolos usados pelos pedófilos para se identificar.
Os símbolos são sempre compostos pela união de 2 semelhantes, um dentro do outro.
A forma maior identifica o adulto, a menor a criança. A diferença de tamanho entre elas demonstra a preferência por crianças maiores ou menores
Homens são triângulos, mulheres corações. Os símbolos são encontrados em sites, moedas, jóias (anéis, pingentes,...) entre outros objetos.
Acho os pedófilos a pior escória da humanidade e conhecer esses símbolos para poder identificar essas pessoas e o mínimo que podemos fazer.
Ao encontrar um símbolo desses, avisar a policia.
Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo
mais fino, que representam homens que gostam de meninos bem pequenos);
o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos.
De acordo com a revista, são informações coletadas pelo FBI durantes suas vasculhadas. A idéia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibirem em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo e o escambau.




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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

SOLIDÃO

Obra de Virginia Costa - Vendida

Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... isto é carência..
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar..... isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos. ..isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado..... isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma...

Francisco Buarque de Holanda

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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Isso também é uma Arte


TODO CASAL DEVERIA LER

Tela de Virginia Costa- Vendida

Aos casados há muito tempo aos que não casaram, aos que vão casar, aos que acabaram de casar, aos que pensam em se separar, ...aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar...
Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga. Tudo o que todos querem é amar. Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras.

Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado. Tem algum médico aí??? Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que?

O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo. Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja. O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.

A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.

Casaram. Te amo prá lá, te amo prá cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero.
Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência... Amor, só, não basta.

Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar. Amar, só, é pouco.
Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar. Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar. Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem que haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar, 'solamente', não basta.

Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, falta discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande mas não é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta. Um bom amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!

Texto de Artur da Távola

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