sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Golfers


Minha amiga artista Maria Ignez de Arteaga me mandou imagens de seus novos quadros.
Achei muito lindos e fiz questão de mostrar para vocês.
Os tamanhos são 80x60, 80x100 e 80x120 cm.
Se tiverem alguma pergunta podem escrever direto para ela.
ignezdearteaga@uol.com.br
Detalhe, os preços são honestos.
Outras imagens http://picasaweb.google.com/IgnezdeArteaga/AcervoMariaIgnezDeArteaga#

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

INHOTIM - MG

É um Centro de Arte Contemporânea idealizado pelo empresário Bernardo Paz que já possuia uma propriedade rural em Brumadinho. Em 1984, recebeu a visita do paisagista Roberto Burle Marx, que apresentou algumas sugestões e colaborações para os jardins. Desde então, o local se transformou, o projeto paisagístico cresceu e começou a nascer um grande espaço cultural que abrigaria inicialmente o acervo de arte particular de Bernardo.A primeira imagem é parte do restaurante. É dos melhores, não deixem de experimentar.Abaixo, o que parece um disco voador é uma instalação do artista Doug Aitcken. Entrando lá já se ouve os sons do interior da terra amplificados em alto volume por caixas. O barulho é captado 24 horas por dia e muda a todo instante.Os cinco microfones especiais estão instalados 202 metros abaixo.É inquietante e fascinante.Levou cinco anos para ser feito. Ao lado, o pavilhão da Adriana Varejão. Para mim, este é um dos mais bonitos tanto pela arquitetura com os espelhos dágua como pelas obras dela.Os azulejos retratam cogumelos alucinógenos, também obra da mesma. Continuando a história,em 2002 foi fundado o Instituto Cultural Inhotim, uma instituição sem fins lucrativos, destinada à conservação, exposição e produção de trabalhos contemporâneos de arte e que também desenvolve ações educativas,sociais e pesquisas.Tornou-se um complexo museológico constituído por uma seqüência não linear de pavilhões em meio a um parque ambiental. Recebe visitantes de diversas partes do mundo.
As bolas de mármore sobre madeira são de Waltercio Caldas (Brasil). As esferas abaixo ficam num jardim aquático em cima do Centro Educativo. Elas se movem suavemente com o vento. É muito lindo e reflete as pessoas repetidamente.Foi criado pela japonesa Yayoi Kusama. Ao lado uma instalação permanente do Tunga. Fica naquela galeria exclusiva para esta obra que mostrei ontem, num dos cinco lagos.Chama-se Equilíbrio. Cada pessoa interpreta de uma forma diferente.Melhor não dizer nada para não influenciar.
Aqui uma pequena amostra do paisagismo. As folhagem escura é o inhame negro. Ao lado, suspensas de forma muito criativa entre eucaliptos, orquídeas que lá são agrupadas por espécies, como na natureza.
Estes são só quatro exemplos de espécies que eu nunca tinha visto. Os coquinhos assim em cachos, a bananinha vermelha,uma vegetação com o caule em gomos e as patas de elefante adultas (pony-tail palm),trazidas do México.
Estes bancos lindos foram feitos pelo escultor/designer Hugo França com madeiras de árvores caídas na mata ou de velhas canoas abandonadas, geralmente da região de Trancoso, na Bahia . Pesados e fortes, os móveis esculpidos diretamente em troncos semi queimados são quase esculturas. Ele faz o inverso, partindo da forma que a natureza apresenta para depois criar. O resultado é uma obra sempre única feita a partir de materiais que ficariam normalmente se deteriorando. No parque existem mais de 20 peças produzidas desde o início de sua carreira até sua produção mais recente. Estes painéis são enormes (530x1300x20cm). Um se chama "Abre a Porta" e o outro "Rodoviária de Brumadinho". Neles estão retratadas pessoas da cidade e até alguns funcionários que por lá trabalham.Foram feitos por John Ahearn (USA) e Rigoberto Torres (Porto Rico)em fibra de vidro e pintados com tinta automotiva. Ao todo, o acervo é de,aproximadamente, 500 obras de mais de 100 artistas. Como já era de se esperar, os arranjos de flores que vi por lá eram todos lindos, criativos, fartos. Conclusão - Vale a viagem! Vale voltar sempre! Se não for pela arte, que seja para ver de perto uma das maiores coleções botânicas do mundo, com espécies tropicais raras e uma reserva florestal que faz parte do bioma da Mata Atlântica.
http://www.inhotim.org.br"

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sábado, 10 de outubro de 2009

Luiz Cavalli na 2010 International Fine Art Collection

Um dos 36 artistas que participarão comigo da Exposição Giclées ArtPhoto – Off Bienal é o Luiz Cavalli. Aliás, ele está com uma exposição em andamento, ainda dá tempo. Outro dia nos encontramos e ele me contou uma coisa ótima: está entre os quatro artistas brasileiros convidados pela FIFA pra participar da 2010 International Fine Art Collection. A FIFA está escolhendo cinco artistas de cada um dos 32 países que participarão da Copa do Mundo na África do Sul. O critério usado – criar obras inspiradas no futebol, na África e também no seu próprio país.
Gosto muito dos quadros dele. Olhem só!
Voltando ao assunto, serão feitas 210 (por causa do ano 2010) reproduções numeradas de cada uma das obras. Elas terão o selo oficial de produto licenciado pela FIFA e estarão a venda.
A coleção será bem exclusiva com somente cinco originais e um total de 1050 reproduções disponíveis de cada um dos 32 países participantes. 160 artistas, 160 trabalhos originais, 33.600 reproduções, 32 países. Os originais serão expostos em várias cidades do mundo, e por aí vai. Fiquei muito feliz por ele. Acompanhe pelo site quem já foi escolhido até agora e veja o quadro lindo que ele fez.
http://www.2010fineart.com/international-fine-art.php
www.luizcavalli.com.br
http://luizcavalli.blogspot.com

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sábado, 26 de setembro de 2009

Aquarelas da minha mãe

Cheguei no apartamento da minha irmã e vi que ela havia colocado algumas aquarelas da nossa mãe em molduras. Ficaram lindas. O tom de azul foi uma feliz sugestão da Fátima.
Minha mãe se chamava Nilcy Costa e era super habilidosa. Tudo que ela fazia era único e cheio de detalhes. Acredite se quiser, ela fazia doce de jaboticaba. Mas veja bem,ela cortava uma a uma com a tesourinha, tirava o recheio, fazia o doce e colocava de volta, bolinha por bolinha.Ficava lindo como cobertura de sorvete e manjar.
Esta é uma série encantadora que ela fez. Repare na riqueza dos detalhes.
As imagens não ficaram boas mas dá pra se ter uma ideia.
Ela produziu muito, sempre cenas campestres, casinhas românticas com jardins floridos, crianças brincando( sem brinquedos). Não se preocupava em vende-las mas quem via acabava comprando.São irresistíveis e tem esta capacidade de nos transportar ao passado e a uma época de muita paz que está ficando cada vez mais longe.
Eu tive, graças a ela, a sorte de vivenciar todas estas cenas.Sinto muita saudade dela.

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Exposição em Ribeirão Preto na Megastore Paraler

Eu já gostava de Ribeirão Preto, agora então que pude unir o útil ao agradável foi ótimo.
A abertura da minha exposição foi ontem e fiquei muitíssimo feliz.
A livraria Paraler é, como o nome já diz, uma Megastore. Não tem como sair de lá sem uma sacolinha. A gente fica horas "namorando" a enorme opção de livros, a papelaria, Dvds, Cds, CdRoms, além da Lan House. Lá dentro tem também o "Paraler Café Letras e Música", super aconchegante e com atendimento impecável. A gente se sente em casa. Neste Café acontecem lançamentos literários, musicais e artísticos.
É lá que me receberam e me senti muito honrada pelo espaço cedido pela familia.
http://www.paraler.com.br/index.asp

Vi isto lá no Shopping Ribeirão e registrei. Não sei não, mas acho que vai virar um quadro. O Pinguin é a cara da cidade.
Pra quem não conhece Ribeirão Preto, de uma olhada nas postagens anteriores que fiz. Tem sobre o Pinguim, a Le Bonbon, Moda, o Mercadão e um personagem incrível que conheci por acaso.
http://www.virginiacosta.com/blog/2009/03/ribeirao-preto-choperia-pinguim.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/03/le-bonbon-ribeirao-preto.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/05/ribeirao-preto-moda.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/04/ribeirao-preto-windowshopping.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/04/ribeirao-preto-pessoa-impressionante.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/03/ribeirao-preto-mercadao-central.html

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Exposição de arte - Virginia Costa


Éste é um convite a todos voces para a minha próxima exposição em Ribeirão Preto, na Livraria Paraler, no Ribeirão Shopping.
A mentora intelectual, a marchant nata, a amiga querida que me levou a isto no meio desta fase turbulenta que tenho vivido com problemas de saúde na familia foi minha amiga Tete, aliás, a maior "palpiteira" do meu blog, a pessoa que mais tem me dado força em todos os aspectos da minha vida. Ela e seu marido Ricardo Lian, também amigo de infancia, meu compadre queridíssimo, ambos simplesmente não me deram sossego. Confesso,armaram tudo, o lugar ideal, a Livraria Paraler. E eu, é claro, adorei a idéia.
Este quadro estava em Londres em exposição permanente no Pleasant Theater e eu pedi para minha filha traze-lo especialmente para esta ocasião por que é um dos meus favoritos. Abaixo, um pouco do por que da minha preferencia pela história dele. Pra quem não sabe, 95% dos meus quadros são feitos a partir de fotos originais minhas tiradas em viagens que fiz.
The George,na Fleet Street ,foi o único prédio de madeira que sobreviveu ao grande incêndio de Londres em 1666.
O grande incêndio de Londres foi uma das maiores catástrofes da capital inglesa, tendo destruído as partes centrais da cidade de 2 de setembro a 5 de setembro de 1666. O incêndio ameaçou destruir o distrito de Westminster, o Palácio de Whitehall e alguns subúrbios, mas não chegou a destruí-las. Destruiu 13.200 casas, 87 igrejas, a Catedral de St. Paul e a maior parte das construções das autoridades da cidade. Entretanto, acredita-se que poucas pessoas morreram, pois não há muitos registros de mortes verificadas. Isso é,entretanto, alvo de discordâncias, já que pessoas mais pobres e da classe média não eram registradas, e já que o fogo as cremaria, não haveria restos humanos reconhecíveis.
Se quiser ler mais sobre cada um dos quadros não deixe de ver meu site www.virginiacosta.com

Eu me apaixonei por essa casa que vi passeando pelas ruas de Londres. Quando fotografei, tinha certeza de que daria um lindo quadro

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domingo, 12 de julho de 2009

BANKSY

Robin Gunningham (ou Robert Banks) é um grafiteiro inglês que assina sob o pseudônimo de Banksy. É de Bristol, 34 anos. Ninguém conhece seu rosto e raramente dá entrevistas. a única coisa que ele permite ser público é seu trabalho. É o Zorro da atualidade, como já o apelidaram. Diz a lenda que apenas um jornalista do Guardian de Londres o viu. Só dá entrevistas por telefone e e-mail, desenha as mazelas da sociedade de maneira muito inteligente, tem quatro livros e inventou um modo de ficar rico com o grafite político. Os pais dele não sabem da fama do filho: "Eles pensam que sou um decorador e pintor".Dizem que ele nunca foi pego em flagrante.
Na abertura do seu livro “Wall and Piece” ele diz o seguinte:
“Apesar do que dizem, o grafite não é o jeito mais baixo de se fazer arte. É na verdade uma das mais honestas formas de expressão artística. Não há elitismo ou hype, a obra é exibida nas melhores paredes que uma cidade tem para oferecer e todos podem apreciar, já que nenhum centavo é cobrado.”
“As pessoas que comandam nossas cidades não entendem o grafite pois acham que nada tem o direito de existir a não ser que eles lucrem com isso. Eles dizem que o que fazemos assusta as pessoas e é um símbolo do declínio da sociedade, mas o grafite só é um perigo para três tipos de pessoas: políticos, publicitários e pessoas que escrevem sobre o grafite.”
Em telas e murais faz suas críticas, normalmente sociais, mas também comportamentais e políticas, de forma agressiva e sarcástica, provocando em seus observadores, quase sempre, uma sensação de concordância e de identidade."
Sua técnica é a do estêncil que ele prepara cuidadosamente em casa e na rua basta o tempo para fixá-lo, ou fixá-los se vários, e utilizar o spray. Consegue o efeito quase fotográfico de algumas figuras. Alguns graffiti de Banksy valem mais do que as próprias casas nas quais eles foram pintados. Londres 2005- governo de Tony Blair
Os locais por ele escolhido são os mais diversificados. Tanto pode ser um muro em um local abandonado, como uma parede de uma loja em uma rua bem movimentada de uma metrópole; pode ser Berlin, em um monumento russo, ou na Faixa de Gaza. (…)
Estudante de arte na faculdade, Banksy se utiliza de elementos da pop art e de imagens já conhecidas e codificadas para, inserindo novos elementos, construir uma nova obra, sempre com uma grande conotação política.
Have a nice Day!

A verdade é que o artista é conhecido pela ironia como trata o comportamento da sociedade contemporânea, explorando conflitos políticos, o consumo exacerbado e a paranóia da insegurança
Recentemente, além de ter inaugurado sua exposição “Santa’s Guetto” em Belém, em plena Praça da Manjedoura, Banksy pintou o muro que separa a Palestina de Israel. O famoso e criticado “Apartheid Wall”.
Performático, Banksy já entrou anonimamente em museus como o Louvre, a Tate, o Metropolitan e inseriu obras ou elementos em obras existentes.Uma das suas ações mais conhecidas foi um plano coordenado para infiltrar quatro dos mais importantes museus de Nova Iorque no mesmo dia. E conseguiu. Primeiro levou o seu próprio quadro de uma lata de sopa para dentro do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, pendurando-o numa parede. O quadro permaneceu ali três dias, sem ser notado. A segunda intervenção deu-se no Museu Brooklyn. Banksy colocou lá uma tela a óleo mostrando um almirante da era colonial, ao qual ele acrescentou uma lata de spray e frases anti-guerra como pano de fundo. Os outros dois “alvos” foram o Metropolitan Museum of Art e o Museu Americano de História Natural. Neste último, Banksy colocou um besouro com umas asas de caça-bombardeiro e mísseis presos ao corpo.
As figuras de Banksy são quase tridimensionais: saltam de muros, atravessam paredes, avançam no espaço.Seus trabalhos de grafite ao ar livre são os mais conhecidos, mas Banksy faz também desenhos, pinturas, instalações e esculturas que são, atualmente, vendidas por algumas milhares de libras em galerias pelo mundo.Compradas, na maioria das vezes, pelas mesmas pessoas retratadas e criticadas em suas obras e que já o tornaram um dos “artistas marginais” mais famosos e ricos da Inglaterra. Ainda que anônimo.

Em outubro de 2008, numa empena cega de Nova York, Banksy pintou esse rato da foto abaixo com a frase "Que eles comam crack", fazendo uma alusão ao crack da bolsa, à droga e a frase atribuída a Maria Antonieta -"Que eles comam brioche"- quando foram contar à rainha que os pobres não tinham nem pão pra comer.

Garoto pobre que não se adaptava na escola, começou a grafitar, encontrou na ilegalidade do grafite uma forma expressão e contestação do sistema.
Nova orleans 2008 no governo do Bush
Fontes: Raul Diário da Áustria , Zuleika, Douglas Mendez, camilayahn.wordpress.com/

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Fotografias maravilhosas

Tentei pensar numa introdução bem "intelectual" para descrever o trabalho deste grande fotógrafo que é o João Parassú . Desisti. É só dar uma olhada nas fotos que vocês vão entender.
Ele mora em Barretos numa casa com muitas flores, um quintal com bananeiras que ele mesmo plantou e seus muitos cachorros. "Diz a lenda", que são uns 80 !!!
Olha que show!!!

Ele consegue transformar as folhas das bananeiras em maravilhosos abstratos.


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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Frida Kahlo

A pintora mexicana Frida Kahlo é o exemplo clássico de como o sofrimento pode esculpir um artista e produzir obras primas.
. "Pinto a mim mesma porque sou sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor."
Com seis anos, Frida contrai poliomielite, sendo esta a primeira de uma série de doenças, acidentes, lesões e operações que sofre ao longo de sua vida. A poliomielite deixa uma lesão no seu pé direito e, graças a isso, ganha o apelido Frida pata de palo ( Frida perna de pau). A partir disso ela começou a usar calças e depois, longas e exóticas saias, que vieram a ser uma de suas marcas pessoais.Sofreu um acidente de carro quando tinha 18 anos. Fraturou a coluna, diversas partes do corpo e enfrentou 35 cirurgias. Durante toda sua vida, lutou para abstrair-se da dor. Teve uma das pernas amputada e jamais chegou ao término de uma única desejada gravidez, devido aos vários abortos naturais
Chegou a comentar que já não fazia mais ideia do que era dor. Inválida numa cama, Frida dedicou-se à pintura. Sua arte foi admirada por Picasso, Breton, Duchamps e depois esquecida. Há pouco mais de 10 anos o mundo a redescobriu. Seus auto retratos se valorizaram e até um filme foi rodado.
Sua voz, dizem todos os que a conheceram, era profunda, rebelde, pontuada por gargalhadas e palavrões".
Em 1928, com 21 anos, quando Frida Kahlo entra no Partido comunista mexicano, ela conhece o muralista Diego Rivera, com quem se casa no ano seguinte. Foi um casamento tumultuado, ambos tinham temperamentos fortes e casos extra conjugais. Kahlo,que era bissexual, esteve relacionada com Leon Trotski enquanto casada. Rivera aceitava abertamente os relacionamentos de Kahlo com mulheres, embora não aceitasse seus casos com homens. Frida descobre que Rivera mantinha um relacionamento com sua irmã mais nova, Cristina. Separam-se, mas em 1940 unem-se novamente, o segundo casamento foi tão tempestuoso quanto o primeiro. Durante o casamento, embora tenha engravidado mais de uma vez, nunca teve filhos, pois as sequelas do acidente a impossibilitaram de levar uma gestação até o final.
Em 1950, aos 43 anos de idade, Kahlo submete-se a seis operações na coluna, o pé começa a gangrenar ela precisa hospitalizar-se por causa de uma infecção aguda nos ossos enxertados. Enquanto tem forças, pinta. Frida foi encontrada morta aos 47 anos. Oficialmente, a morte foi causada por "embolia pulmonar", mas há suspeita de suicídio ou overdose, acidental ou não
A última anotação em seu diário que diz "Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar - Frida" Pesquisadores com base na autópsia de Frida acreditam ter sido envenenada por uma das amantes de seu então marido. Diego Rivera descreveu em sua auto-biografia que o dia da morte de Frida foi o mais trágico de sua vida.

"pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade".
Grande parte de sua obra é constituída de auto retratos, que mostram uma artista decepada pelo destino. Os seus quadros refletem sofrimento,destruição, chacina, mutilação e perda. São mórbidos, mas líricos ao mesmo tempo.
Além dos óleos sobre tela, a pintora nos deixou um diário ilustrado de grande riqueza sentimental. Publicado na íntegra pela primeira vez, o surpreendente diário documenta os dez últimos anos de sua vida turbulenta. Este registro íntimo foi guardado a sete chaves durante cerca de quarenta anos e contém pensamentos, poemas, sonhos, e reflete o seu tumultuado relacionamento com o marido, Diego Rivera. As setenta gravuras coloridas no diário - desenhos alegres - fazem com que se penetre no processo criativo da artista, e mostram como ela costumava usar o diário para formular ideias pitorescas para suas telas.

O merchandise da exposição que houve no Philadelphia Museum of Art.

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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Anado McLauchlin

Anado McLauchlin vem quebrando as regras desde a sua infância. Ele e seu parceiro Richard Schultz moram em La Cieneguita, México, junto com um monte de pets. É considerado um outsider, mas prefere o termo insider artist que reflete melhor a sua obra depois do período em que viveu num Ashram na Índia.
Antes de voltar pro México morou 15 anos em Sausalito, CA, onde tinha um studio muito procurado por membros da comunidade musical e cinematográfica. Era o local favorito de colecionadores a procura de uma peça com um algo mais. Neste período ele se dividia entre o design de jardins magníficos e sua busca artística.
Suas obras são elaboradas, contem miçangas, balangandãs de todos os tipos e acabam revelando sua bagagem cultural e o seu estilo provocativo.


Autodidata, mescla sua exposição ao shamanismo americano durante sua infância em Oaklahoma com o espírito asiático
Atualmente está fazendo junto com Richard uma instalação enorme em La Cieneguita, a Casa Lãs Ranas
http://www.madebyanado.com/index.html

http://chapelofjimmyray.typepad.com/

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sábado, 18 de abril de 2009

Ribeirão Preto - Pessoa impressionante

Nesta minha temporada em Ribeirão Preto saio todos os dias cedo para caminhar. Cada dia descubro alguma coisa nova. Hoje conheci o Sr. Amaro G. de Almeida, 89 anos e trabalhando com uma disposição de 20 !! Só nessa profissão ele atua há 74 anos.
Mas isso não é tudo, ele é também historiador, escritor (escreve para o Jornal de Idéias e para a Paróquia São José), canta no coral e é artista plástico nas horas de folga. Pode uma coisa dessas ?
Seu salão é bem pequeno, de esquina e enfeitado com suas pinturas que aliás, gostei muito.
A moça elegante é a esposa dele. Ao lado, alguns quadros da sua atual fase surrealista.
O salão fica bem numa esquina. Só pinta com a luz do dia e tem um cachorro chamado Mozart.
Rua Marcondes Salgado, 703. Centro - Ribeirão Preto.
Guardadas as devidas proporções, fotografei essa barbearia muito linda em Genova. Barbiere Giacalone. Ela tem 10 metros quadrados e existe há uns 200 anos, sempre na mesma família. Nem sempre foi assim. O filho Ítalo foi quem fez a reforma para o estilo Art Déco (Liberty- Art Nouveaux) em 1922. Mais recentemente uma delegação de Genova (FAI)comprou a Barbiere Giacalone com fundos oriundos de autoridades e cidadãos e fez uma primorosa restauração.
Pra falar a verdade, não sei se esta foto que eu tirei foi antes ou depois da tal restauração. Na época me pareceu em ótimo estado, só meio bagunçadinha (deve ser falta de espaço)
A viela (Vico) era tão estreita que mal consegui ângulo para clicar a porta .Fica bem perto da Catedral de São Lorenzo. 14 Vico dei Caprettari16123 Genova (GE)
Esta Barbershop eu pintei quando fui a primeira vez pra Londres. Foi um dos meus primeiros quadros.

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sábado, 4 de abril de 2009

Páscoa Solidária

A exposição Criando uma Páscoa Mais Feliz reúne réplicas de ovos de Páscoa desenvolvidas por 27 artistas plásticos renomados entre eles Sônia Menna Barreto.

A renda será revertida para a Associação Helena Piccardi de Andrade e Silva (AHPAS), ONG que se dedica ao transporte de crianças e adolescentes carentes durante tratamento contra o câncer. "É uma excelente oportunidade de interagir e adquirir obras exclusivas em prol de uma causa social", diz Sônia Menna Barreto. Para os lances na obra de Sônia Menna Barreto, entre em : http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-92509902-_JM

Abaixo, alguns dos ovos que achei interessantes.
Paulo Caruso e seu ovo Carla Bruni, o ovo de Colombo de Sarkosy. O da direita é de Anapana




A mostra vai ficar em cartaz até o dia 12 de abril, no Shopping Frei Caneca, em São Paulo, e as peças podem ser arrematadas no leilão do site Mercado Livre até dia 8 de abril.

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quinta-feira, 5 de março de 2009

Paper Art 2

Feito com papelão

Moneygami



Arte em livros










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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Dale Chihuly

Me apaixonei pelo lustre abaixo, no Victoria & Albert Museum em Londres. Quis saber se havia mais alguma peça do artista no museu.
Tinha esse vaso preto. Maravilhoso
Dale Chihuly é americano. A série abaixo chama-se Macchia.

Para fazer essa série usou mais de 300 cores de vidro. Ele não é incrível ?
Tudo que ele faz é lindo. Vale a pena dar uma olhada no site dele.
Essa outra série chama-se Soft Cylinder
O artista trabalhando. Ele é o da direita.
Estes são da série Persian
Parede de vidro

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domingo, 15 de fevereiro de 2009

RECYCLING

Diversos usos para as travessas feitas de hashi
Porta chaves de cartão telefonico usado. Comedor para pássaros com telhado de caixa de DVD
Os pés de abajours são de Merav Feglin. O outro usa radiografias na cúpula.
Peças de Todd Muffatti.

Margaridas feitas de placas de automóvel de Aaron Foster
Peças de Erez Mulai, Suíça.
As margaridas são de lata, de Yoav Kotik, Suíça. O bar todo feito de latas fica na Africa
Lixeira de sacolas plásticas de Jieyu. Galinhas africanas
Vasos e cavalo são feitos de pneus reciclados
Mandalas de sacolas plásticas de Virginia Fleck, de Austin
Cadeiras de skateboard, de tacos de hockey e de talheres

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SUCATA ?

Lembra daqueles guardachuvas que vem nos drinks ? Ficou uma graçinha, né?


O lustre abaixo é de Stuart Haygarth, um artista que mora em Londres. A maioria de sua obra é feita de objetos banais coletados em grande quantidade. Este foi feito de coisas encontradas na praia de Kent. Chama-se Tide Chandelier Este lustre fantástico é feito de GUMMY BEARS! A rtista é Ya Ya Chou e ela jura que ele dura até dois anos . Um show!
Tá com tempo ? Então monte esse aí feito de caixas de banana. Este foi um projeto de DIY (Faça voce mesmo)da Craft Magazine.
Esse é feito com milhares de clips. Ficou exposto na Metropolitan Home'sShowtime House.
É um design de Gary Ponzo e custa muito caro.!!!
Acho que esse é o mais incrível de todos.É feito de ossos humanaos e está numa pequena capela católica, o Ossuario de Sedlec na Checoslovaquia. A capela é TODA decorada com ossos humanos.
Esse é todo de caneta bic. Pode uma coisa dessas ?
Garrafões de leite e engradados de plástico.

Taças de vinho.O grande da direita fica no hall de entrada do Laurance Wines

Mais um do Stuart Haygarth . É feito daqueles popped party poppers que ele juntou na comemoração de reveillon do Milenio em Londres. A foto da direita é ele aceso.
Vale tudo!
Garrafas de cerveja.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Artist's rendering of the Hudson river landing


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

ANTONI GAUDÍ

Enquanto estive em Londres aproveitei para dar um pulo em Barcelona pra conferir as obras de Gaudí. Voltei apaixonada. Valeu a viagem.
Pere Millá e Rose Segimon encomendaram esse prédio para Gaudí após terem visto a reforma que ele fez na Casa Battló. Eles morariam no primeiro andar e alugariam o térreo para lojas e o restante dos outros apartamentos pra outras famílias. Na época essa obra apresentou muitas inovações tais como elevador, a portaria, entrada de serviço, garagem, persianas etc. Foi construída entre 1906 e 1912. São 150 janelas diferentes em tamanho e forma distribuídas pelas 3 fachadas. Gaudí estava com 54 anos. Nunca se casou. Morreu 3 dias após ter sido atropelado por um bonde aos 74 anos. Morreu sabendo que deixaria inacabada a obra da Catedral.

As chaminés abaixo servem para "esconder" a caixa dágua, escadas, ventilação e toda a parte funcional. A do primeiro plano, inspirada numa árvore de tronco sinuoso, tem as "folhas" de vidro. Dizem que foram as garrafas de bebida consumidas na inauguração.
Chama-se Casa Millá mas por causa da aparência e também por ser de pedra acabou ganhando o nome de La Pedrera. As sacadas são impressionantes, de ferro reciclado, com detalhes como flores, máscaras, símbolos. Na época fizeram vários comentários maldosos a respeito de toda a obra. Sobre as sacadas disseram que pareciam um acidente de trem. A parte inferior delas e de material transparente para ajudar na iluminação, uma das suas maiores preocupações. Na época as casas eram muito escuras.

Uma das duas portas de entrada do prédio, também com formato "orgânico", lembra um casco de tartaruga, asas de borboleta ou células.
Olhe só essa entrada vista pelo lado de dentro. Repare em como a luz entra. A porta tem os desenhos menores embaixo para segurança e maiores em cima pra deixar entrar a luz e ao mesmo tempo não impedem a comunicacão com o exterior.

Pátio interno (acima).
Tem uma calçada acima do sótão entre as diversas chaminés. Dá pra passear ou acessar outros apartamentos. Essas figuras esculturais dão um ar misterioso.Ninguém entende muito bem a simbologia dessas torres. Fala-se em guardiões, mulheres, corujas, um grupo de músicos. Esse é um dos dois pátios internos do prédio. Por causa deles, todos os apartamentos são muito iluminados e ventilados.
Casa Batlló, outra obra de Gaudí. Não existem ângulos retos, os vitrais são belíssimos.
Fachada da Casa Batlló. Também com a aparência meio "orgânica". As sacadas parecem penduradas como ninhos de passarinho.
Pátio interno da Casa Batlló.
Abaixo, Parque Guell, outra obra de Gaudí, encomendada pelo seu "padrinho das artes" Conde Eusebi Guell. Era originalmente para ser um jardim residencial em estilo inglês. Mais tarde (1923) foi doado para a cidade

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SAATCHI GALLERY- LONDON

Exposição "The Revolution Continues", de artistas contemporâneos chineses


Obra de Zhang Huan. Uma cabeça coberta por cinzas de incenso queimado coletado dos templos de Shangai. Tem também detalhes com os pauzinhos dos incensos

É o que você esta pensando sim!! Essa obra se chama "Indigestão"

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sexta-feira, 14 de novembro de 2008

E DIZEM QUE MEUS QUADROS SÃO MINIATURAS...

Família do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Wigan usou o pelo de uma mosca morta como pincel para colorir a família americana - Barack, Michelle e suas filhas Malia e Sasha. O artista passou meses criando a peça e disse esperar que ela ainda seja exibida na Casa Branca.
WILLARD WIGAN é capaz de criar uma obra prima num buraco de agulha, sobre a cabeça de um prego, sobre a ponta de um cílio, um grão de açúcar ou sobre um grão de areia.
Desde menino era disléxico, porém mais tarde tornou-se o mais famoso micro miniaturista.



Wigan, o "nano-artista" vive em Jersey, Inglaterra. Dependendo do tipo de obra, ele reduz a respiração e as batidas do coração drasticamente com a ajuda de uma técnica especializada de meditação, ou seja, ele pinta e esculpe entre uma batida e outra do coração.

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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Artista de Taubaté - CARLOS HERGLOTZ

Carlos Herglotz é de Taubaté e está apresentando seu trabalho em São José dos Campos no Espaço das Artes Helena Calil. Fui conferir e adorei. Adoro esse estilo primitivista. Me fez lembrar das figureiras de Taubaté. É alegre, colorido, retrata nossa gente, nossas tradições, nossas crenças e nossos temores. É um registro claro da nossa região e época. O Espírito Santo acima foi meu favorito.
Divino Caiçara- Ubatuba - Carlos desenvolve lá um trabalho com a cultura caiçara
Bondinho- Campos do Jordão
Exposição de 1 a 22 de Novembro- Praça Padre João,34 (praça da matriz)- Centro- São José dos Campos . Mais informações - 3921-7206


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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A ARTE EM VIDRO DE JÔ D. GATTÁS

Na hora de colocar o marcador dessa postagem, fiquei na dúvida se colocaria em Arte, Casa & Decoração ou Programa legal. Ir até a loja da é tudo isso. Fico simplesmente deslumbrada com suas criações. Além disso, sempre tem sua presença meiga, um bom papo, um café "honesto", um bolo diferente. É um ponto de encontro. Ninguém quer ir pra casa e também ninguém sai sem levar no mínimo um presente pra uma amiga difícil, daquelas que já tem tudo.

Na parede- " Para muitas pessoas que olham um móbile, não é mais do que uma série de objetos voadores. Para algumas, no entanto, pode ser poesia. " A. Calder.

Esta exposição é oferecida à estas pessoas.

Rua Euclides da Cunha, 222, Vila Ema, São José dos Campos


Antes de escrever sobre a arte da , pesquisei na internet sobre a técnica usada por ela. Desisti.

É muito complexo. Cada macaco no seu galho! De qualquer forma a dica está dada.




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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

ARTE EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

MOSAICOS DE MÁRCIA RITA

Esta talentosa artista acaba de se mudar para São José dos Campos. A história da Márcia é simples e direta como ela mesma. Era empresária em São Paulo. Após um assalto violento na capital, arrumou as malas, deixou tudo para trás e resolveu se dedicar aos mosaicos. Pesquisou, estudou, fez muitos cursos e tem se revelado um grande talento na área.





Contato
12- 9774-7807

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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Uma obra de arte sem moldura

(obra vendida)
O cara desce na estação do metrô de NY vestindo jeans, camiseta e boné,
encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com
entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.
Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do
mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um
Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os
melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro,
copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço,
indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal The
Washington Post era a de lançar um debate sobre valor,
contexto e arte.

A conclusão:
Estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto.

Bell era uma obra de arte sem moldura.
Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.


http://www.youtube.com/watch?v=hnOPu0_YWhw

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