quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Convite- Exposição Giclées ArtPhoto - Off Bienal

Aí vai uma sugestão de programa legal.
O curador e crítico de arte Prof. Carlos Von Schmidt selecionou duas das minhas obras(imagens abaixo) para este projeto, o que é uma honra e um sonho que se realiza.
As obras são numeradas e assinadas.Esta técnica moderna de gravura, giclée, torna o preço mais acessível e a qualidade é excelente.
A Artphoto fez um trabalho maravilhoso. Não deixem de ver o site. Lá tem mais detalhes sobre o que é giclée, sobre os artistas e a galeria dos quadros.
http://www.oleweb.com.br/artphoto/index.php
A propósito, minhas obras, que normalmente são 30x 20cm, foram reproduzidas em escala maior, 0,75 x 0,50. Adorei!

Olha só os craques que vão participar!


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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Exposição na Megastore Paraler- Shopping Ribeirão Preto

Aí vão algumas fotos do evento. Pena que eu não tenho foto de todos. Faltou a teacher Lola, a Paula minha prima e outros.
Agradeço a todos pela carinhosa acolhida em Ribeirão e pela presença no dia.
Abaixo, Tete conversando com Duda e Neuzinha. Ao lado eu e Dalvinha Velloso, minha maior "colecionadora".

Silvia, Marcio Gama e nora. Bia Meirelles. Ana Paulina (em pé)
Marcelo Marchesi e filhos, Angela Simioni, Gabriela Gallo, a colunista Duda e a paisagista Fernanda Mansur
Neuzinha Biaggi, Laura Marchesi e Ana Maria Azevedo
Márcia Terra, Marilena Baracchini,Rita Baracchini e Silvia Junqueira.
Eliana Pedreschi, Márcia Terra, Tete e Ricardo Lian.
Henrique, Eduardo Barracchini, Lucia Faccil e Ana Alice Lian.
Com a incrível dupla que comanda a Livraria Paraler, Rita e Marilena Barracchini.

FOTOS - Talita Macário ( Núcleo da Noticia), uma graça de pessoa, muito competente e extremamente atenciosa. As colagens eu que fiz. Me perdoa, Talita!!

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Exposição em Ribeirão Preto na Megastore Paraler

Eu já gostava de Ribeirão Preto, agora então que pude unir o útil ao agradável foi ótimo.
A abertura da minha exposição foi ontem e fiquei muitíssimo feliz.
A livraria Paraler é, como o nome já diz, uma Megastore. Não tem como sair de lá sem uma sacolinha. A gente fica horas "namorando" a enorme opção de livros, a papelaria, Dvds, Cds, CdRoms, além da Lan House. Lá dentro tem também o "Paraler Café Letras e Música", super aconchegante e com atendimento impecável. A gente se sente em casa. Neste Café acontecem lançamentos literários, musicais e artísticos.
É lá que me receberam e me senti muito honrada pelo espaço cedido pela familia.
http://www.paraler.com.br/index.asp

Vi isto lá no Shopping Ribeirão e registrei. Não sei não, mas acho que vai virar um quadro. O Pinguin é a cara da cidade.
Pra quem não conhece Ribeirão Preto, de uma olhada nas postagens anteriores que fiz. Tem sobre o Pinguim, a Le Bonbon, Moda, o Mercadão e um personagem incrível que conheci por acaso.
http://www.virginiacosta.com/blog/2009/03/ribeirao-preto-choperia-pinguim.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/03/le-bonbon-ribeirao-preto.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/05/ribeirao-preto-moda.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/04/ribeirao-preto-windowshopping.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/04/ribeirao-preto-pessoa-impressionante.html

http://www.virginiacosta.com/blog/2009/03/ribeirao-preto-mercadao-central.html

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terça-feira, 7 de abril de 2009

A little bit of HUMOR

Renato K. sugeriu que eu colocasse piadas no blog. Cedo ou tarde todas as piadas acabam nas nossas caixas postais de e-mail. Então resolvi contar aos poucos coisas engraçadinhas que presenciei por aí.

Hoje na feira, por exemplo, o moço que estava fritando meu pastel disse pro colega “Pois é, chifre é que nem consórcio, um dia você vai ser contemplado” Daí já comecei a prestar atenção na conversa.... O assunto foi ficando interessante, o tal corno disse que iria vender a Brasília dele pra comprar um revolver pra matar o maledeto. O cara do pastel disse que ele deveria comprar uma metralhadora por que eram muitos etc. Pode ?

E na vinda pra Ribeirão Preto, vi num caminhão esta frase enorme
“É claro que tenho saudades de casa, principalmente da cabeludinha do meio”

E meu filho disse que conheceu uma menina que mora numa república chamada “Whiskas” . Quando ele perguntou por que a menina disse “ Comidinhas para gatos”
Adorei !

Se a gente prestar atenção, a vida pode também ser uma piada. E isso tudo eu vi ou ouvi em dois dias. Povinho bem humorado o nosso!!!

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sexta-feira, 27 de março de 2009

Rsrsrsrsr...

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quarta-feira, 18 de março de 2009




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segunda-feira, 16 de março de 2009

Rsrsrsrsr...

As vezes eu finjo ser normalzinha mas é muito chato e então volto a ser eu mesma.

PS. Boa essa, né ?

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quarta-feira, 4 de março de 2009

Ninguém é de ferro.

Vou tirar uns dias de férias. De 5 a 9 de Fevereiro. Depois eu conto.
Quadro da série " Sebastiana Grace". Disponível para venda.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A águia voltou para o ninho

óleo sobre tela- "Tudo Isso Passa " - acervo da artista

Voltei ontem do hospital. Tiraram-me o útero e os ovários. Um corte E-NOR-ME. Não cortaram mais por que acabou o corpinho. Tá bom, eu sou mesmo um pouco dramática, mas achei um exagero o corte. Tive três partos normais para não ter que passar por isso, mas agora me pegaram.
No hospital, depois da cirurgia, desprezei o modelito "bumbum de fora" e coloquei um vestidinho longo, pulseirinha e colar. Fiquei assim vestida o dia todo, até 11 da noite quando então me consolei. Não seria “libertada” naquela noite. ”Duas noites no hospital”, disse o médico. A roupa era pra deixar claro que não pertenço àquele lugar. Camisola nem pensar! Não estou doente! Só conseguia pensar em voltar pra casa.
Um dia depois da cirurgia, chorei muito, andei muito pelo hospital, fui ao berçário, peguei elevador, fumei na esperança de ser expulsa, conversei com as visitas, acompanhantes dos outros coleguinhas, transeuntes, passantes, faxineiras, carreguei soro pro vizinho que precisava se exercitar, distribuí paçocas e balas E o tempo não passava. Pendurei-me na janela por horas esperando o “resgate” que só seria feito no dia seguinte por duas amigas. Não me deitei na cama nem por um segundo. Permaneceu impecável com seu travesseiro duro de plástico grosso. O tempo não passava. Minha casa...minha casa...minha casa.....
Agora estou em casa. Não senti dores hora nenhuma, só um vazio enorme dentro de uma barriga inchada, estranha, e uma cabeça tentando assimilar o que houve e o que está por vir.
Converso com amigas, parece que todas elas já não tinham “essas partes” há anos!! Sou sempre a última a saber das coisas. Como é que eu não sabia disso? A grande maioria não tem útero há muitos anos!!! Saiu de moda ter útero? E o que vai ser de mim? Como era mesmo aquela história de menopausa? Nos meus 53 anos eu ainda tinha menstruação e planos de um terceiro casamento, desejos, sometimes, de corar quem desenhou o Kama Sutra.
O que vai mudar? Não serei mais desejável ou não irão mais me desejar? E o resultado da biópsia? Será que vou engordar? Morrer? Ficar invisível? Velhíssima? Gagá? Vai ser rápido ou aos poucos?
Por que o médico não me explica isso tudo com calma? É porisso que prefiro médicAs. Elas são mais detalhistas, parece que têm mais tempo. As médicAs falam assim “Querida, dez dias antes você já vai tomando vitamina C com zinco, tal e tal remédio pra prevenir tais coisas, passe só uma base nas unhas. Nos pés você pode por um tonzinho mais forte. Leve uma meinha, chinelinho, camisolinha. Depile aqui e acolá, tome um lanche reforçado por volta das tantas horas etc.” Já o médicO é assim: “Apareça lá às 9hs. A cirurgia é às 13.30h. Jejum de 12 horas”
De raiva cheguei só uma hora antes. Pra que chegar tanto tempo antes? E ainda por cima de barriga vazia. Nem água podia. No cable TV, no net, no life.
Na próxima vez (que se Deus quiser, será em outra vida) quando começarem com aquelas perguntas “Diabética? Pressão alta? Alergias? “Vou dizer que sim, tenho alergia a bolacha de água e sal e bolacha Maria. Coisa mais chata é ficar 300 horas, tá bom, 20 horas sem comer e alguém chega com a maior cara lavada e te oferece bolacha de água e sal! Tá me estranhando? ME MATA DE UMA VEZ, SUA SONSA! Cadê o cardápio? Que pessoa razoável escolhe bolacha Maria pra comer após ter sido dopada e cortada literalmente ao meio? Doente deve comer o que apetecer!! Minha sábia mãe pedia ovos com bacon quando saia de uma anestesia. No Einstein serviram. O sábio médico autorizou e eu mesma fui até a copa pra pedir e levar pra ela. Esse é o cara! Ah! E também vou levar meu travesseiro de paina.
Mas tudo bem, isso não tem importância, é mais um susto e aquela terrível constatação da nossa fragilidade, aquele choro nervoso de quem escapou por pouco e que sabe que se Deus quisesse poderia ter te levado facim, facim.
Ouvi dizer que quando nascemos, já viemos com um plano lá de cima. E se o médico, quando estava na faculdade, resolveu matar justamente a aula de tirar o útero e foi na padaria comer um pão de queijo? Daí eu teria rodado bonito. Bom, aí já não seria um plano e sim um complô.
Em casa, fiz o que faço sempre nessas ocasiões, chorei uma noite inteira e no dia seguinte amanheço nova, de batom e tudo. Camisolinha, nem pensar! Olhando assim rapidinho você jura que eu estou bem. Por fora a Polyana de sempre e por dentro, cá entre nós, uma Paquita velha... pero no mucho.
Retomei meus medíocres projetos e planos. Medíocres, no sentido de médio, sem megalomania. Medíocres, mas meus. É o que tenho e se derem certo podem me dar alguma satisfação, independente de ter alguém ou não ao meu lado, de ser ou não atraente, jovem ou não. Mas que operar é um susto punk, isso é!
Tá o maior sol lá fora e esqueci-me de dar quirera pros pardais dessa vida linda. Preciso chamar o jardineiro também.
Inadmissível não mencionar também o apoio dos amigos. Sou abençoada e agradeço a eles pela paciência, carinho, telefonemas... e pelo resgate, é claro
A águia voltou para o ninho. Missão cumprida com sucesso.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Pleasance Theater, Londres

Encontro com Phil, curador do Pleasance Theater, para entregar novas telas para exposição Confira no site http://www.pleasance.co.uk/islington/node/443

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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Bate Bola


COR – todos os tons de azul e de lilás.
FILME- não gosto muito de ir ao cinema, prefiro ver em casa. Adoro algumas séries da TV a cabo, nada muito “cabeça” como Two and a Half Man, Friends, Eli Stone, todos os CSIs e House.
NOVELA- estou de mal das novelas. Faço questão de não assistir. Andam muito previsíveis.
GALERIA – National Portrait Gallery e National Gallery em Londres
GOSTO – de conhecer os mercados das cidades por onde passo e viajar de navio.
NÃO GOSTO- de gente mal agradecida, de celular e de fazer exercícios
GURU – Meu irmão Sergio e Jack White
LIVRO – Estou lendo "Além do Sol Nascente" de Carlos von Schmidt e já encomendei "The Gift of Fear"
MANIA – de tirar fotos e de levar água pro quarto na hora de dormir.
NÃO POSSO VIVER SEM-meus óculos, tesouras. Tenho muitos espalhados pela casa toda. Ah! e coca cola.
MEU ORGULHO – meus três filhos
MINHA GRATIDÃO – ao Rosemberg por ter me encorajado a pintar
PESSOA INESQUECÍVEL- minha mãe da qual sinto muito falta, sempre
MOMENTO INESQUECÍVEL – fazer snorkel, ver as escolas de Samba ao vivo na passarela no Rio de Janeiro, voltar pra casa depois de passar uns dias no hospital.
MÚSICA- Começar de novo
PASSATEMPO – viajar nas imagens do Google earth, sites de viagem e Sudoku .
BEBIDA – caipirinha de coco (mas tem que ser com os pés na areia)
PRATO – mudo sempre, atualmente é acarajé e vatapá, pamonha quentinha na feira, pastel do Mercadão, bolinho de bacalhau de boteco, nada saudável rsrss
SONHO –Ter netos, mergulhar em San Andres, conhecer a Costa Malfitana, Grécia, Turquia, Bora Bora, Marrocos, Terra do Fogo, México, Las Vegas, Jerez De la Frontera e todos Los Pueblos Blancos. Tomara que dê tempo!
PESADELO – a balança e a idade, claro.
ARTISTA PLÁSTICA – Sonia Menna Barreto
MELHOR INTÉRPRETE – Fafá de Belém e Barbara Mendes
BONITÃO – Richard Gere, cada vez melhor
ATRIZ- Fernanda Montenegro
CIDADE- Londres e Ilha Bela, por uns 15 dias, sempre que possível. Gosto de onde moro atualmente
XODÓ – Minha cachorra Meggy, minha maquina fotográfica e laptop
SHOPPING – Qualquer supermercado resolve, não sou consumista
O BOM DA VIDA – amigas antigas
O LADO DIFÍCIL DA VIDA – fazer as escolhas certas

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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

A artista pela artista



Nunca imaginei que um dia encontraria tanto prazer em pintar. Só lamento o fato de ter demorado tanto para descobrir essa habilidade. Talvez seja porisso que eu consiga passar tantas horas pintando, como se tentasse recuperar o tempo perdido. Por outro lado, o acesso, à internet me permite estudar história da arte, pesquisar técnicas e estilos, visitar museus e galerias, enfim, me ajuda a fazer os cursos que não tive oportunidade de fazer.
Como qualquer pessoa que começa a se descobrir, passei por algumas fases na pintura, experimentei várias técnicas e temas nessa busca, sempre tentando achar minha “cara”, procurando aquela pincelada que me deixasse confortável e por outro lado cuidando para que não me deixasse influenciar a ponto de copiar os artistas que admiro.
Hoje, com a série “Viagens”, acho que encontrei o tema e o estilo que me realizam. O tema é fascinante e inesgotável.
Quanto ao estilo, essa é uma coisa que me aborreceu muito no início, pois eu queira pintar quadros enormes, decorativos, impactantes , com texturas. É interessante, simplesmente não acontece ! Começo valente, com um pincel grande, muita tinta e com o tempo começo a alisar, alisar, inserir detalhes, demarcar os contornos, ressaltar o claro-escuro e a pintura volta a mostrar aquele meu estilo “realista”. Talvez seja por isso que eu tenha gostado tanto de fazer retratos em grafite. Gosto da precisão.
Um outro dilema foi o tamanho dos quadros. Essa série é 20x30 cm. Quanto menor o quadro, mais difícil é de pintar, ou seja, eu demoro muito pra terminar. Para completar, as pessoas tendem a valorizar a pintura de acordo com suas dimensões. Conclusão: minha produção caiu pela metade, mas nunca me senti tão realizada.
A ansiedade para terminar um quadro e começar outro e a busca interminável pelo aperfeiçoamento da técnica continuam. Precisarei de mais algumas vidas pra pintar tudo que gostaria.
Muitas vezes, quando olho para um quadro que pintei há algum tempo, vejo algum detalhe que poderia ser melhorado e começo a corrigir, só que acabo pintando o quadro todo novamente o que resulta em mais tempo, novas fotos, atualização dos registros etc. Mas não tem importância. Isso faz parte do meu crescimento artístico.
No futuro espero poder divulgar minhas obras pela multiplicidade, serigrafias ou giclês.
Talvez essa seja a saída.
Virginia 20/02/2007

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