domingo, 29 de novembro de 2009

Quarto de criança










Fontes- flickr , hey home, sweedish interiors, dec(ouer)acao, Andreas von Einsiedel, apartment therapy, entre outros

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Recadinho

Gente,
se vocês não colocarem o e-mail nos comentários, não tem como eu responder!! Entra como no-reply message.
bjs
Virginia

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Cozumel - Mexico

Para chegar até lá você tem que ir até Playa Del Carmen e pegar um ferryboat. Não sei se é sempre mas no dia que fui tinha música ao vivo e um bando de brasileiros e no fim a banda só tocava música brasileira e todos cantavam etc., foi uma farra engraçada e inesperada.
Cozumel é a maior ilha do México, tem 14 km de largura e 50 km de extensão. Esta escultura em bronze é linda, mostra os mergulhadores, peixes e corais com muitos detalhes. Na imagem onde aparece o navio tem uma escultura de andorinhas em primeiro plano. Isto porque a ilha era chamada pelos maias de "Cuzamil-Pectin", "lugar das andorinhas". Os maias acreditavam que Cozumel era o lar espiritual de Ixchel, a Deusa da fertilidade e do amor. As mulheres maias vinham de todas as partes deste grande império para adorá-la em seus santuários na ilha. Diz a lenda que Ixchel agradecia às mulheres por terem lhe dedicado templos enviando seu pássaro predileto como sinal de gratidão. Acredita-se que os maias tenham se instalado na ilha há mais de 2000 anos para comercializar os frutos do mar que lá são muito abundantes. As conchas eram coletadas como um dos ingredientes do estuco que era muito usado no continente. O oceano também fornecia outros itens valiosos como dentes de tubarão, espinhas de arraias e outras conchas que eram usadas para rituais.
Fábrica de Tequilas e loja de charutos cubanos.
O explorador espanhol Juan de Grijalva chegou pela primeira vez em Cozumel em 1518. Um ano depois chegou o açougueiro Hernán Cortés. Estes conquistadores impiedosos invadiram a ilha destruindo tudo que havia pelo caminho. Até hoje se especula se os espanhóis trouxeram a varíola de propósito ou não mas o fato é que ela se espalhou entre os maias e aqueles que não morreram foram algemados e enviados para Cuba como escravos.
Entre 1519 e 1570 a população caiu de 40 mil para três mil. Por volta de 1600 a ilha estava praticamente às moscas. Logo se tornou uma base para os piratas que se escondiam em suas inúmeras enseadas e aterrorizaram o Caribe nos séculos 17 e 18. Em 1848 Cozumel foi retomada pelos maias e vieram também refugiados espanhóis brancos da longa e sangrenta "Guerra das Castas" do continente. Aos poucos foi sendo habitada novamente e em 1910-1917 com a Revolução Mexicana, houve reforma agrária e liberdade para os Isleños.
A popularidade do novo "doce" chamado chiclete nos EUA acabou levando a ilha ao crescimento. Cozumel era o port-of-call do chiclete e do coco na rota de exportação para a America Central. Durante a Segunda Guerra Mundial a Força Aérea Americana construiu uma base lá para lançar aeronaves em busca de submarinos alemães (U-boats). O primeiro hotel, o "Louvre", abriu em 1924. Depois da crise econômica dos anos 30 o desenvolvimento turístico estagnou.
Os mergulhadores começaram a chegar à ilha nos anos 50 com o advento dos equipamentos modernos de mergulho. Jacques Cousteau e sua equipe descobriram o paredão de recifes bem perto da costa da ilha e declarou ao mundo que aquele era um dos lugares mais incríveis do mundo para mergulho. Depois disto, já viu né? Por volta de 1970 a população cresceu rapidamente para 10 mil e com a chegada do turismo aquela ilha antes desolada se tornou a jóia do Caribe Mexicano. Hoje tem uns 100 mil habitantes.
No meu pacote tinha refeição incluída mas eu vi logo que seria coisa pra turista e eu queria experimentar uma comida caseira autêntica. Vi esta casa simplesinha com cardápio na porta e entrei. É um restaurante dentro MESMO da casa da família. Algumas mesas no quintal vazio por causa dos borrachudos.Preferi sentar lá fora mesmo, sozinha, por que estava mais fresco. Fui super bem atendida, comida ótima, as tortilhas mantidas quentes dentro duma espécie de bolsa de tecido, experimentei a água de hibiscos (bobinha de tudo) e ainda pude ver de perto o altar do Dia de Muertos, coisa tão particular desta família.
Adoro estas "bandeirinhas" típicas que se vê pra todo lado e acabei achando pra comprar na Papelaria Cancun, super escondida no centro de Cancun. As de cima fotografei lá e as de baixo, é claro, as próprias já na minha sala, olhaí!

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Bolsas

A última é da outoftheboxflyinggiraffe

As de placas de automóvel são da Littlearth, US$250. Depois, Hello Nerd e a última é da I am Susie.

A sacola é da pancake e bolsa vermelha é de Branca e Dani Rotelli.

A da direita é da Lilly Cottage.

Estas duas vi no MSN, a galinha é da Q-Vizu e a outra tem estampa da Saad, R$ 1257,20

A da esquerda é da minha irmã,trouxe da Tailândia. Acho o trabalho lindo em madrepérola.

alphabetbags-com

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Simply Cool!!!

clips da fredflare.com

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New Use for old Birdcages

O ambiente da esquerda é do craque e simpático Marcelo Rosembaum e o da direita é da Adriana.repare também nos banquinhos da Adriana.
Na parede azul, repare na guirlanda bonitinha de fuchicos.
Gostei do arranjo com as velas, mas será que não pega fogo?


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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Gourd- Cabaças-Calabash-Kürbis-Pumpkin

Entre uma exposição e outra, nos períodos em que fico pensando sobre qual será meu próximo passo ou qual quadro vou pintar, continuo produzindo umas outras coisinhas que me dão muito prazer e que, bem ou mal, me mantém produtiva, e, é claro, me dão retorno financeiro.
Já andei mostrando aqui a minha paixão pela versatilidade das cabaças que tem outros nomes,( dependendo da região ou do país).Minha primeira memória delas é da cozinha da minha avó, uma meia cuia que servia para pegar o arroz cru. Tudo bem. Só que eu "herdei" a mania deste uso da tal meia cabaça da minha mãe e uso até hoje. Esta "durabilidade" já me encantou. Já gostava das formas. Daí, em Uberaba, na fazenda, tinha um pé de "coité"( outro nome). Enfim, acho estas coisinhas de formas arendondadas que nascem em árvores ou de forma rasteira um assunto muito interessante.Hoje vou mostrar só o uso que eu faço delas mas vocês não calculam a versatilidade desta benção da natureza.
Com esta mania de pintar tudo que vejo pela frente é natural que eu tenha tido olhos para vesti-las com uma roupinha com a minha cara, sometimes folk e sometimes ...sei lá, dou umas viajadas pensando nas pessoas que eu quero bem e seus hobbies.
É claro que eu tinha que escolher a forma mais complicada para apreciá-las, ou seja, as menores que eu encontro. Acabei achando uma nova função para elas, simplesmente colheres. Ideais para coisas secas como sal,açúcar, farofa, farofa para sorvete, farinha de trigo, pó de café etc. A maior delas aqui equivale a uma colher de sopa.
Uma coisa puxa a outra, recebi sugestões, e elas se tornaram quadrinhos para portas de banheiro, enfeites para árvores de Natal etc.
E o tema não tem fim, a cada viagem, eu descubro uma silhueta que se adapta à forma de uma daquelas que eu tenho na mão. Pela sua própria natureza elas acabam sendo pintadas de forma exclusiva, únicas. Eu parto de uma forma e daí tento pensar num desenho que se adapte à ela. Dou algumas demãos de tinta branca comum,de parede mesmo e depois desenho. Daí pinto com tinta para artesanato. Por fim, duas camadas de verniz naval para garantir a durabilidade.


Estas eu fiz com um fiozinho de forma que possam ser penduradas em árvores de Natal, por exemplo.Estas estão inteiras, as anteriores são cortadas ao meio.

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Cool Embroidery

Alguns trabalhos bordados muito legais que vi na net, infelizmente, na época eu não tinha a preocupação de salvar a fonte. Se souberem os autores podem me contar que eu acrescento. A Kombi, eu acho, é da indigo blue.
Alguns são simples, outros muito elaborados, mas sempre encantadores.

Este primeiro, sobre a vida, é de Branca Rotelli.
Gosto destes que lembram pinturas naiv, com bastante detalhes que retratam a vida local. Fotos que minha irmã tirou em Ban-Thapaene
Ela comentou que são sempre meninas novinhas bordando e sempre em galpões bem pobrezinhos e muito escuros.
Também da minha irmã, de Kalaga, Myanmar. Olhem só por onde ela andou! Tive que procurar no mapa.A moça bordando à direita é na Turquia.Ela esteve também no Laos e talvez uma dessas imagens seja de lá, vou checar.

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Blumen - Flowers

Esta sacada com flores eu pintei a partir de uma imagem que vi na net. (vendido)
Este arranjo é da 100 Layer Cake, gostei muito.
Este super original com as linhas é da Rachel Ray.
O de miçangas é da Country Living. Adorei
Paper and Stich

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sábado, 21 de novembro de 2009

About Toilets

O vermelho é do desire to inspire, o amarelo é do apartment therapy. À esq,apartment therapy, dir., material girls blog Los Angeles. Pia do designer Johan Kauppi e azulejos do arquiteto sueco Lars Sundström.
O da direita é do apartment therapy com a parede cheia de quadros de passarinhos.
Este banheiro eu fotografei naquele restaurante de Londres onde serviam crocodilos e outros animais estranhos.
A primeira placa, a esquerda, eu fotografei em Londres, numa lanchonete.
Contrastes dos nossos tempo, um banheiro do Japão todo cheio de recursos e um de fossa que fotografei ha dois anos no Mercadão de Genova.

E para finalizar, a variedade que existe hoje de papéis.

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Cancún - What To Do - Part II

Minha vontade de conhecer o México já era antiga. Acho que ter pintado este quadro me ajudou a "materializar" a viagem. Este restaurante simpático, na verdade, eu vi em Londres. Mercado Ki-Huic -Bom, continuando as dicas pra Cancún,não perca seu precioso tempo para ir a este mercado. A única coisa bonita que vi lá foram estas bolsas. O mercado fica no centro, num lugar bem feioso, o mercado é esquisito e sujo.
Mercado 23 - Outra fria. É que eu sou curiosa e além do mais todos os mexicanos da cidade gostam de comprar comida neste mercado aí então eu arrisquei. É mais feio que o anterior.É um mercado mais para alimentos mesmo.Outra fria é este passeio de galeão.Este,pelo menos,eu saquei logo. Eles saem lindos e iluminados a noite para o mar mas o programa é ridículo, totalmente artificial.Imagine uns mexicanos assanhadinhos vestidos de pirata tentando embebedar com tequila umas gringas.Alguém se habilita?
Mercado 28 - Este vale a pena. Fica também no centro, é bem grande e tem só barraquinhas de artesanato... e alguns restaurantes até muito animados.
É uma questão de gosto, para mim, um lugar assim é o paraíso. Duro é escapar dos vendedores e pechinchar mas sai tudo bem mais barato que na Zona Hoteleira.
Plaza Bonita - É bonitinha sim, tem cara de vilarejo mexicano e é meio que emendada no Mercado 28.
Parque Las Palapas - é uma praça no centro onde nos fins de semana sempre rola música ou outros eventos. Tem barraquinhas de artesanato e de comidinhas. Gostei,é mais limpo e as barracas são boas mas fui de dia.

Tem mais lugares pra visitar, é claro, mas acho que com estas duas postagens já dá pra se ter uma ideia do que existe por lá.

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Picture Display - New Ideas

Bloomsburylife e apartmentherapy.
Bessybell e Liza Bedroom

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

About Cars

Eu adoro estas vans de sorvete! Pena que não temos bonitinhas assim no Brasil, pelo menos eu nunca vi. A de cima eu pintei, a de baixo é a foto.





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Cute Felt Gifts

Rosaflor e arkicubic.
Paper and String, Elena Fio.
Do blog do Ryoko e Anna Laura.


Elena- fiori.

Os cachorrinhos são da Augustina.
Um protetor para manter o chá quentinho. As sacolinhas são para colocar i-pod.

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Cancun - What to do - Part I

La Isla – É um shopping a céu aberto, com 120 lojas na Laguna Nichupte. Este sim vale a pena, é bonito e bem diversificado. Tem boates, restaurantes, cinema, aquário interativo e o Maya Ventura, um labirinto onde o palco principal é a civilização maia e você é o personagem principal.
Abaixo alguns dos restaurantes do La Isla.Restaurante Indiano
Este tailandês é sobre palafitas, fica lindo a noite.
La Madonna. Lindo.
Plaza Kukulcan – é o shopping mais chique, onde se encontram todas as grifes famosas. Eu, particularmente, só achei interessante este banco de madeira da Frida com o marido e o belo vitral com imagens da história do México. De resto, é igual aos outros de qualquer cidade.
A Noite tem o Coco Bongo, um dos night clubs mais animados. Outro ponto turístico é o Mirador, o ponto mais alto de Cancun, 6 metros acima do nível do mar. O restaurante com esta lagosta enorme no teto é o Lorenzillo’s, famoso por que lá se escolhe para comer a lagosta viva. Fica bem na lagoa, na Zona Hoteleira. O Carlos’n Charlie’s é um restaurante muito animado que fica no Forum by The Sea, aquele do buchicho à noite. Lá os garçons dançam e a decoração é bem diferente.


Plaza Las Americas É um shopping normal, 50 lojas,8 cinemas, mas conhecido pelos bons preços. Fica no centro.Entre outras, lá tem uma loja daquela que eu gostei, do Ay Guey, um supermercado grande chamado Tiendas Chedraui e este restaurante chamado Tumbaburros que tem uma decoração interessante. Repare nas luminárias de ferro de passar roupa.

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Christmas Trees

Meu computador simplesmente nao quer mais falar portugues, ou seja, estou sem acentos no momento mas vai assim mesmo.
Esta arvore foi feita por mim para o Natal deste ano. Nao ficou super bonitinha ?
Vi arvores de todos os tipos na minha pesquisa. De tambores e com madeira, caixotes.
Uma de temaki e a outra de conchas.
A de livros e da madsilence.wordpress.com
A da direita e uma criacao de Gareth Pugh para uma loja de Oxford Circus. Usou 60 lampadas de neon e tem tres metros de altura.

A de lapis foi usada numa campanha para a Publicis Singapore e a escultura com luzes e do designer londrino Moritz Waldemeyer. Todos os anos a arvore da Tate Gallery e feita por um artista diferente. Esta e de Bob e Roberta Smith e reflete os tempos ecologicos. E feita de bicicletas com material reciclado, tem 11 metros de altura e e interativa. Foram colocadas oito bicicletas no tronco e quando as pessoas pedalam ela se move.
Esta lindinha de corações é de Branca Rotelli
Esta é a maior árvore de Natal de vidro Murano do mundo e celebra também os séculos desta arte veneziana.Foi preparada por um grupo.

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sábado, 14 de novembro de 2009

I DON'T LOVE U !!





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I LOVE U !!






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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

As luminárias lindinhas de cima eu fotografei em São Francisco Xavier, numa loja bem na pracinha central.
A cúpula de sinhaninha eu vi no "A casa que minha avó queria", da Ana Medeiros, o de matrioska é da lillyberlin.de.dawanda.com e o último vi na live bohemian, do flickr. Repare que ele tem aquelas minietiquetas penduradas.
Estes, Fifi Mandirac.
O da esquerda, Deko Basteln.Da dr., Elisa Nalin.
Estes lindos, coresdacasablogspot e wellappointedhouse.
Este é um criação de Philippe Tyberghien, é um cone plástico coberto por uma capa de lã que também se estende pelo fio.
O de cima a Tete viu no Theatro da Villa em Tiradentes,a luminária de telha é de lá também.O que usa a forma de sapato antiga ela viu no Hotel Brisa da Serra, também em Tiradentes.O outro, numa loja por lá.

Foto da Tete no charmoso hotel Brisa da Serra e no Theatro da Villa, em Tiradentes

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

México - AY GUEY

Esta é uma grife Mexicana que eu adorei. O nome estranho ainda tem um trema no u mas eu não achei pra colocar. Enfim, este nome aí quer dizer "Oh dude! "É uma expressão mais usada por jovens.
Foi criada para ressaltar os valores,tradições e diversidade cultural do México. Querem recuperar o orgulho mexicano.
Acho bom mesmo por que Cancún tem mais cara de Miami do que de México.
Pelo que entendi ( sou péssima em espanhol) estes bonecos da direita representam alguns deuses da cultura mexicana e a vendedora disse que vendem a bessa.
Eles fazem camisetas, bolsas, bonecos, espelhos, caixinhas etc. Tudo lindinho, bem acabado e cheio de detalhes. As camisetas são de ótima qualidade e é tudo feito no México por mexicanos. Adorei a idéia.Não resisti e acabei comprando a bolsa verde. Não é muito louca?
Em Cancún tem no Plaza las Américas e no shopping Kukulcan.


http://www.ayguey.com.mx/

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Mexico - Dia de Muertos - All Soul's Day

Quis visitar o México por três motivos:precisava de novas imagens para pintar, snorkerl e conhecer mais sobre o Dia de Muertos. Sei que soa estranho mas tenho meus motivos e queria ver de perto este outro enfoque, completamente diferente do nosso. Cancún não é um lugar muito tradicional mas mesmo assim vi os altares de "ofrendas" em quase todas as lojas, praças e numa casa que visitei em Cozumel.Também pesquisei um pouco sobre o assunto e vou tentar resumir.
As pessoas começam a se preparar para a data na terceira semana de Outubro com a colheita da flor cempasuchitl também conhecida como flor das vinte pétalas ou flôr dos mortos (esta de cor alaranjada)e é vendida no mercado para onde a familia vai para comprar tudo que precisam para preparar o altar. Nele, colocarão as "ofrendas" de frutas e pratos especialmente preparados para que as almas sintam a essência do aroma do alimento.Este altar também terá algum ítem que algum dia pertenceu ao falecido, luz das velas, açúcar, o tradicional "Pan de Muertos" e coisas que o falecido gostava. Vi tequila e cigarro,por exemplo.
Este costume estabelecido por civilizações pré coloniais mexicanas se tornou uma cerimônia onde crenças indígenas acabaram se misturando com as católicas. O Dia de Finados no México, portanto, não é um dia de lamentações mas sim uma celebração alegre e colorida quando a morte adquire uma expressão amigável e até animada.Os indígenas acreditavam que as almas não morriam, que continuavam a viver em Mictlan, um lugar especial para o descanso.Neste lugar os espíritos descansam até o dia em que poderiam voltar às suas casas para visitar os parentes.Daí então os altares para esperar por êles.
Este altar eu fotografei na praça central de Cozumel.Antes da chegada dos espanhóis êles celebravam a volta das almas entre Julho e Agosto. Os espanhóis mudaram as festividades para que coincidisse com o dia 2 de Novembro da igreja católica. Este altar vi dentro de uma casa onde almocei. A dona me mostrou as fotos dos mortos da família e explicou melhor sobre o altar. Foi o mais "feinho" que vi mas o mais comovente.Sinceramente, eu adorei a idéia. No Brasil eu nunca vou ao cemitério e desta forma,particular, acho que eu encaro.
Também é tempo de fazer brincadeiras e rir da morte através das "calaveras" e poesias que fazem referência a alguém em particular, geralmente políticos.É tempo de chocolate e caveiras de amaranto que são trocadas entre amigos com o nome deles para que "comam a própria morte" e também artesanatos especiais que representam os diferentes aspectos da vida com os esqueletos representando as atividades diárias.As imagens da direita são do "Pan de Muertos"
O dia primeiro é dedicado às crianças e em muitas cidades fazem o ritual da Vigília dos Anjinhos no cemitério.
O Dia de Muertos é um dia de reflexão sobre o significado da vida e sobre a missão que viemos para cumprir. A morte, em muitas situações, tras consigo uma sensação de dor e perda, particularmente para aqueles que não sabem o objetivo de sua passagem pelo plano terreno.Para outros a morte é uma transcendência, transformação e ressureição.Durante a celebração do Dia De Muertos todos estes sentimentos e crenças se unem para reviver a memória dos que amamos e que se foram.
Esta miniatura linda é da AY GUEY, uma grife incrível. Farei uma postagem sobre ela também.

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Isla Mujeres - México

Pra chegar até Isla Mujeres deve-se ir até El Embarcadero, onde ficam ancorados os galeões do Capitán Hook. De lá pega-se um ferry boat ( 230 pesos ida e volta, uns R$ 39,00). Antes de chegar já dá pra ver ao longe que a cor do mar é diferente, parece de mentira mesmo.Acho que a viagem leva uns 20 minutos.
Na chegada as pessoas são abordadas por muitos agentes de viagem querendo vender os passeios, alugar motos ou carrinhos elétricos. É de desorientar, cada um fala um preço. Procurei um guarda local que me indicou um guia oficial que me vendeu um passeio de barco "em grupo, com almoço e snorkel" por 200 pesos. O grupo era eu e uma mãe mexicana com duas crianças.O barco é deste tipo aí. Levei meu próprio snorkerl e entreguei pra Deus.
O barqueiro parou em três lugares para mergulharmos, El Farolito, la Cuevita e San Bajo. Nm desses lugares tem este navio encalhado, rodeado de peixes e o melhor é que dá pé. É inacreditável. Adorei.Queria ficar lá pra sempre.
Depois ele parou num tipo de reserva natural onde cuidam de tartarugas. Mais 30 pesos, tudo bem, banheiro limpinho mas o passeio em si é fraco. Nosso Projeto Tamar dá de 10 a 0.No aquário lá vi os cavalos marinhos e estes peixinhos lindos impossíveis de se fotografar, não ficam quietos.
Ele parou também onde as pessoas vão para nadar com os golfinhos. É um passeio de dia inteiro, custa US 150,00 (e você não leva o bicho)mas na verdade fica-se segundos com os golfinhos. É a conta de se tirar uma foto. O resto do dia é pra usar o clube.Pelo menos deu pra ver de longe onde é e como funciona. Em seguida ele parou num "cercadinho" onde tem um tubarão grande e as pessoas o pegam no colo dentro dágua pra tirar foto. Eu hem?? Não quis nem saber se o tubarão era banguela, fiquei bem longe.Olha só o nível das instalações e a segurança disso!! Aí seria a última parada para almoço. O restaurante era muito vagabundo e resolvi voltar a pé pro centro no maior calor.
A carinha da ilha é esta, simplezinha. A praia é muito boa.
A ilha tem 1 km de largura e 8km de extensão. O nome deriva provavelmente de estatuetas maias em forma de mulheres encontradas no local pelos espanhóis e destruídas por eles.

Como sempre, achei pouco tempo para snorkerl que era o que mais me interessava.

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Wall Dekor

Ideias legais pra acabar com o tédio das paredes lisas.
The Style Files
paul-joseph-hopper
Linda foto de João Urban que vi no dec(ouer)acao Dwell magazine
Esta parede foi feita por um designer da Urban Outfitter para o quarto da primeira filha.

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Caribbean Puzzles









Eu vi estes quebra cabeças em vários shoppings de Cancún. São de madeira, lindos.

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Cancún - Hotel

Visualizar os sonhos com detalhes é comprovadamente meio caminho andado para realizá-los.Vocês se lembram do nome deste quadro que eu pintei? Chama-se Onde Fica Esta Praia? Foi um dos poucos que pintei por uma imagem da net. Eu simplesmente adorei as cores. Pois é, parece que descobri a praia no Caribe. Olha só a cor deste mar!!!! Repare que estou dentro de um barco, no meio do mar e a cor é assim, juro, sem Photoshop.
Fiquei no Oasis Viva Beach.É apenas um dos muitos que ficam na Zona Hoteleira,ou Isla Cancún.A ilha é em forma de L, tem 23 km de extensão e é ligada ao continente por duas pontes.O melhor deste hotel é a praia,o preço e também fica pertinho de vários shoppings e bares.Me disseram que um dos melhores é o Meliá, onde fica o rei da Espanha e também o Ritz Carlton (US850,00 a diária) com direito a digitar o aroma que você quer no quarto, entre outras coisas.
Embaixo, a vista do meu quarto com as piscinas do hotel e uma vista do fim de tarde.Não me cansava de admirar, até com chuva ficava bonito. É claro que choveu! Mas pelo menos não teve furacão. Com o pé na areia, a construção branca é o hotel. Embaixo uma casa bonita que vi na mesma praia e um super barco lindo.
A primeira imagem é a vista do comércio na frente do hotel. Esta construção branca é o Hotel Riu. É lindo, fica bem ao lado.
O "tiozinho" anda pela praia vendendo as conchas e faz com elas um som bem alto, quase como aquela de navio. No hotel, estas mulheres fazem este penteado (US25,00) em 80% das mulheres. Morri de vontade de fazer mas não tive coragem.Além do mais, como me manter quieta, sentada, com tanta coisa pra ver? O penteado dura uns 15 dias. Houve uma noite de degustação de tequilas. Pude provar a melhor, Don Julio, e as outras também, inclusive as da casa com sabor de café, maçã etc.
Lá a maioria dos cocos são amarelos e pavões passeiam livres pelo hotel. O quarto é normal, cobram US$ 3,50 por dia para usar o cofre.Desaforo né? E também não tem frigobar.
Eu adoro praia do tipo piscinão, sem ondas. A de lá é assim por que tem a Isla Mujeres na frente que barra as ondas.
O sistema é all inclusive, o pessoal bebe o dia todo mas achei os drinks um pouco aguados.Com "propina" o atendimento melhora.Pra quem vai só para curtir o hotel tem atividades na piscina, shows a noite, como num navio. Os shows são bem fraquinhos. Achei a comida muito boa,com opções para todos os paladares, inclusive um bife na chapa maravilhoso.Quanto aos tacos,eles não fazem aqueles crocantes, durinhos, eles pegam a tortilla e dão uma leve tostada na chapa. O recheio também não é de carne moída e sim carne de panela desfiada.Servem no café da manhã também e comi todos os dias.
Bem pertinho fica a Plaza Caracol, um shopping. Lá tem uma loja, Ambarte, que adorei. Tem o melhor do artesanato mexicano,feito por artistas renomados, tudo assinado. Estas peças foram feitas pelos índios Huicholes, um grupo étnico que se recusou a entrar em contato com o mundo exterior.Vivem em áreas inaccessíveis na Sierra Madre Occidental do México.Não sei se dá pra ver bem, são cobertas por minúsculas miçangas.Todos os desenhos tem um significado, são um reflexo da tradição e cultura deles. Através da arte os índios codificam e documentam seu conhecimento espiritual. Há peças deles em museus de Berlin,Paris e Nova York. Na Ambarte eu vi as árvores da vida mais bonitas, pena que esqueci o nome do artista.O rapaz que me atendeu (Luiz Gustavo Quintana)é um apaixonado pela cultura mexicana, mostra nos livros, explica tudo.Esta é loja imperdível. Esta guitarra enorme é a frente do Forum By The Sea,um shopping de 3 andares. Aí é que a noite acontece.Fica um monte de gente nas filas dos bares, a música é altíssima no meio da rua,tem performistas de todo tipo e dá pra ver de fora o que está rolando em alguns.É um lugar legal e animado pra passear a noite mesmo que você não vá, por exemplo, ao Coco Bongo, que é o lugar do momento. Dizem que é imperdível. Eu tô fora. Lá tem o Rainforest Café e o Carlos'n Charlie's, um outro restaurante super animado com decoração legal onde garçons dão shows.
Imagens do Hard Rock Cafe, dentro do Forum by The Sea. Olha o cadillac no palco. O melhor meio de transporte é o onibus. Da zona hoteleira até o centro custa 7,50 pesos (aprox. R$ 1,30) Tem dia e noite e é seguro. Não tem cobrador, o motorista deixa "la plata" bem a vista e dirigem feito loucos. Mas é divertido, é a hora que a gente tem pra ver a cara do povo.Uma vez tinha até um cara tocando violão e cantando música(mexicana das bem bregas)a troco de "propina" (gorjeta).
Os taxis não tem taxímetro e é a maior canseira a negociação. No centro, porém, de um lugar pra outro o preço está fixado em 20 pesos(R$ 3,40). Se tomar um taxi estacionado no "sitio", aí então pode ter certeza de que você vai ser extorquido. Se for o caso, tente um que esteja circulando, procurando cliente. Me disseram também que a polícia pega no pé dos motoristas de carros alugados.Dá pra ver quais são eles pelas cores das placas.
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