Quarto de criança









Fontes- flickr , hey home, sweedish interiors, dec(ouer)acao, Andreas von Einsiedel, apartment therapy, entre outros
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Cozumel é a maior ilha do México, tem 14 km de largura e 50 km de extensão. Esta escultura em bronze é linda, mostra os mergulhadores, peixes e corais com muitos detalhes. Na imagem onde aparece o navio tem uma escultura de andorinhas em primeiro plano. Isto porque a ilha era chamada pelos maias de "Cuzamil-Pectin", "lugar das andorinhas". Os maias acreditavam que Cozumel era o lar espiritual de Ixchel, a Deusa da fertilidade e do amor. As mulheres maias vinham de todas as partes deste grande império para adorá-la em seus santuários na ilha. Diz a lenda que Ixchel agradecia às mulheres por terem lhe dedicado templos enviando seu pássaro predileto como sinal de gratidão. Acredita-se que os maias tenham se instalado na ilha há mais de 2000 anos para comercializar os frutos do mar que lá são muito abundantes. As conchas eram coletadas como um dos ingredientes do estuco que era muito usado no continente. O oceano também fornecia outros itens valiosos como dentes de tubarão, espinhas de arraias e outras conchas que eram usadas para rituais.
Fábrica de Tequilas e loja de charutos cubanos.
O explorador espanhol Juan de Grijalva chegou pela primeira vez em Cozumel em 1518. Um ano depois chegou o açougueiro Hernán Cortés. Estes conquistadores impiedosos invadiram a ilha destruindo tudo que havia pelo caminho. Até hoje se especula se os espanhóis trouxeram a varíola de propósito ou não mas o fato é que ela se espalhou entre os maias e aqueles que não morreram foram algemados e enviados para Cuba como escravos.
Entre 1519 e 1570 a população caiu de 40 mil para três mil. Por volta de 1600 a ilha estava praticamente às moscas. Logo se tornou uma base para os piratas que se escondiam em suas inúmeras enseadas e aterrorizaram o Caribe nos séculos 17 e 18. Em 1848 Cozumel foi retomada pelos maias e vieram também refugiados espanhóis brancos da longa e sangrenta "Guerra das Castas" do continente. Aos poucos foi sendo habitada novamente e em 1910-1917 com a Revolução Mexicana, houve reforma agrária e liberdade para os Isleños.
A popularidade do novo "doce" chamado chiclete nos EUA acabou levando a ilha ao crescimento. Cozumel era o port-of-call do chiclete e do coco na rota de exportação para a America Central. Durante a Segunda Guerra Mundial a Força Aérea Americana construiu uma base lá para lançar aeronaves em busca de submarinos alemães (U-boats). O primeiro hotel, o "Louvre", abriu em 1924. Depois da crise econômica dos anos 30 o desenvolvimento turístico estagnou.
Os mergulhadores começaram a chegar à ilha nos anos 50 com o advento dos equipamentos modernos de mergulho. Jacques Cousteau e sua equipe descobriram o paredão de recifes bem perto da costa da ilha e declarou ao mundo que aquele era um dos lugares mais incríveis do mundo para mergulho. Depois disto, já viu né? Por volta de 1970 a população cresceu rapidamente para 10 mil e com a chegada do turismo aquela ilha antes desolada se tornou a jóia do Caribe Mexicano. Hoje tem uns 100 mil habitantes.
No meu pacote tinha refeição incluída mas eu vi logo que seria coisa pra turista e eu queria experimentar uma comida caseira autêntica. Vi esta casa simplesinha com cardápio na porta e entrei. É um restaurante dentro MESMO da casa da família. Algumas mesas no quintal vazio por causa dos borrachudos.Preferi sentar lá fora mesmo, sozinha, por que estava mais fresco. Fui super bem atendida, comida ótima, as tortilhas mantidas quentes dentro duma espécie de bolsa de tecido, experimentei a água de hibiscos (bobinha de tudo) e ainda pude ver de perto o altar do Dia de Muertos, coisa tão particular desta família.
Adoro estas "bandeirinhas" típicas que se vê pra todo lado e acabei achando pra comprar na Papelaria Cancun, super escondida no centro de Cancun. As de cima fotografei lá e as de baixo, é claro, as próprias já na minha sala, olhaí! 
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Na parede azul, repare na guirlanda bonitinha de fuchicos.
Gostei do arranjo com as velas, mas será que não pega fogo?


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Já andei mostrando aqui a minha paixão pela versatilidade das cabaças que tem outros nomes,( dependendo da região ou do país).Minha primeira memória delas é da cozinha da minha avó, uma meia cuia que servia para pegar o arroz cru. Tudo bem. Só que eu "herdei" a mania deste uso da tal meia cabaça da minha mãe e uso até hoje. Esta "durabilidade" já me encantou. Já gostava das formas. Daí, em Uberaba, na fazenda, tinha um pé de "coité"( outro nome). Enfim, acho estas coisinhas de formas arendondadas que nascem em árvores ou de forma rasteira um assunto muito interessante.Hoje vou mostrar só o uso que eu faço delas mas vocês não calculam a versatilidade desta benção da natureza.
Com esta mania de pintar tudo que vejo pela frente é natural que eu tenha tido olhos para vesti-las com uma roupinha com a minha cara, sometimes folk e sometimes ...sei lá, dou umas viajadas pensando nas pessoas que eu quero bem e seus hobbies.
É claro que eu tinha que escolher a forma mais complicada para apreciá-las, ou seja, as menores que eu encontro. Acabei achando uma nova função para elas, simplesmente colheres. Ideais para coisas secas como sal,açúcar, farofa, farofa para sorvete, farinha de trigo, pó de café etc. A maior delas aqui equivale a uma colher de sopa.
Uma coisa puxa a outra, recebi sugestões, e elas se tornaram quadrinhos para portas de banheiro, enfeites para árvores de Natal etc.
E o tema não tem fim, a cada viagem, eu descubro uma silhueta que se adapta à forma de uma daquelas que eu tenho na mão. Pela sua própria natureza elas acabam sendo pintadas de forma exclusiva, únicas. Eu parto de uma forma e daí tento pensar num desenho que se adapte à ela. Dou algumas demãos de tinta branca comum,de parede mesmo e depois desenho. Daí pinto com tinta para artesanato. Por fim, duas camadas de verniz naval para garantir a durabilidade.
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A Kombi, eu acho, é da indigo blue.
Alguns são simples, outros muito elaborados, mas sempre encantadores.
Este primeiro, sobre a vida, é de Branca Rotelli.
Gosto destes que lembram pinturas naiv, com bastante detalhes que retratam a vida local.
Fotos que minha irmã tirou em Ban-Thapaene
Ela comentou que são sempre meninas novinhas bordando e sempre em galpões bem pobrezinhos e muito escuros.
Também da minha irmã, de Kalaga, Myanmar. Olhem só por onde ela andou! Tive que procurar no mapa.A moça bordando à direita é na Turquia.Ela esteve também no Laos e talvez uma dessas imagens seja de lá, vou checar.
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Este arranjo é da 100 Layer Cake, gostei muito.
Este super original com as linhas é da Rachel Ray.
O de miçangas é da Country Living. Adorei
Paper and Stich
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À esq,apartment therapy, dir., material girls blog Los Angeles.
Pia do designer Johan Kauppi e azulejos do arquiteto sueco Lars Sundström.
O da direita é do apartment therapy com a parede cheia de quadros de passarinhos.
Este banheiro eu fotografei naquele restaurante de Londres onde serviam crocodilos e outros animais estranhos.
A primeira placa, a esquerda, eu fotografei em Londres, numa lanchonete.
Contrastes dos nossos tempo, um banheiro do Japão todo cheio de recursos e um de fossa que fotografei ha dois anos no Mercadão de Genova.

E para finalizar, a variedade que existe hoje de papéis.

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Mercado Ki-Huic -Bom, continuando as dicas pra Cancún,não perca seu precioso tempo para ir a este mercado. A única coisa bonita que vi lá foram estas bolsas. O mercado fica no centro, num lugar bem feioso, o mercado é esquisito e sujo.
Mercado 23 - Outra fria. É que eu sou curiosa e além do mais todos os mexicanos da cidade gostam de comprar comida neste mercado aí então eu arrisquei. É mais feio que o anterior.É um mercado mais para alimentos mesmo.Outra fria é este passeio de galeão.Este,pelo menos,eu saquei logo. Eles saem lindos e iluminados a noite para o mar mas o programa é ridículo, totalmente artificial.Imagine uns mexicanos assanhadinhos vestidos de pirata tentando embebedar com tequila umas gringas.Alguém se habilita?
Mercado 28 - Este vale a pena. Fica também no centro, é bem grande e tem só barraquinhas de artesanato...
e alguns restaurantes até muito animados.
É uma questão de gosto, para mim, um lugar assim é o paraíso. Duro é escapar dos vendedores e pechinchar mas sai tudo bem mais barato que na Zona Hoteleira.
Plaza Bonita - É bonitinha sim, tem cara de vilarejo mexicano e é meio que emendada no Mercado 28.
Parque Las Palapas - é uma praça no centro onde nos fins de semana sempre rola música ou outros eventos. Tem barraquinhas de artesanato e de comidinhas. Gostei,é mais limpo e as barracas são boas mas fui de dia.
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Paper and String, Elena Fio.
Do blog do Ryoko e Anna Laura.

Elena- fiori.
Os cachorrinhos são da Augustina.
Um protetor para manter o chá quentinho. As sacolinhas são para colocar i-pod.
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Abaixo alguns dos restaurantes do La Isla.Restaurante Indiano
Este tailandês é sobre palafitas, fica lindo a noite.
La Madonna. Lindo.
Plaza Kukulcan – é o shopping mais chique, onde se encontram todas as grifes famosas. Eu, particularmente, só achei interessante este banco de madeira da Frida com o marido e o belo vitral com imagens da história do México. De resto, é igual aos outros de qualquer cidade.
A Noite tem o Coco Bongo, um dos night clubs mais animados. Outro ponto turístico é o Mirador, o ponto mais alto de Cancun, 6 metros acima do nível do mar. O restaurante com esta lagosta enorme no teto é o Lorenzillo’s, famoso por que lá se escolhe para comer a lagosta viva. Fica bem na lagoa, na Zona Hoteleira.
O Carlos’n Charlie’s é um restaurante muito animado que fica no Forum by The Sea, aquele do buchicho à noite. Lá os garçons dançam e a decoração é bem diferente.


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Vi arvores de todos os tipos na minha pesquisa. De tambores e com madeira, caixotes.
Uma de temaki e a outra de conchas.
A de livros e da madsilence.wordpress.com
A da direita e uma criacao de Gareth Pugh para uma loja de Oxford Circus. Usou 60 lampadas de neon e tem tres metros de altura.
Todos os anos a arvore da Tate Gallery e feita por um artista diferente. Esta e de Bob e Roberta Smith e reflete os tempos ecologicos. E feita de bicicletas com material reciclado, tem 11 metros de altura e e interativa. Foram colocadas oito bicicletas no tronco e quando as pessoas pedalam ela se move.
Esta lindinha de corações é de Branca Rotelli
Esta é a maior árvore de Natal de vidro Murano do mundo e celebra também os séculos desta arte veneziana.Foi preparada por um grupo. Marcadores: Datas Comemorativas
A cúpula de sinhaninha eu vi no "A casa que minha avó queria", da Ana Medeiros, o de matrioska é da lillyberlin.de.dawanda.com e o último vi na live bohemian, do flickr. Repare que ele tem aquelas minietiquetas penduradas.
Estes, Fifi Mandirac.
O da esquerda, Deko Basteln.Da dr., Elisa Nalin.
Estes lindos, coresdacasablogspot e wellappointedhouse.
Este é um criação de Philippe Tyberghien, é um cone plástico coberto por uma capa de lã que também se estende pelo fio.
O de cima a Tete viu no Theatro da Villa em Tiradentes,a luminária de telha é de lá também.O que usa a forma de sapato antiga ela viu no Hotel Brisa da Serra, também em Tiradentes.O outro, numa loja por lá.
Foto da Tete no charmoso hotel Brisa da Serra e no Theatro da Villa, em Tiradentes 
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Foi criada para ressaltar os valores,tradições e diversidade cultural do México. Querem recuperar o orgulho mexicano.
Pelo que entendi ( sou péssima em espanhol) estes bonecos da direita representam alguns deuses da cultura mexicana e a vendedora disse que vendem a bessa.
Eles fazem camisetas, bolsas, bonecos, espelhos, caixinhas etc. Tudo lindinho, bem acabado e cheio de detalhes. As camisetas são de ótima qualidade e é tudo feito no México por mexicanos. Adorei a idéia.Não resisti e acabei comprando a bolsa verde. Não é muito louca?
Em Cancún tem no Plaza las Américas e no shopping Kukulcan.
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Este costume estabelecido por civilizações pré coloniais mexicanas se tornou uma cerimônia onde crenças indígenas acabaram se misturando com as católicas. O Dia de Finados no México, portanto, não é um dia de lamentações mas sim uma celebração alegre e colorida quando a morte adquire uma expressão amigável e até animada.Os indígenas acreditavam que as almas não morriam, que continuavam a viver em Mictlan, um lugar especial para o descanso.Neste lugar os espíritos descansam até o dia em que poderiam voltar às suas casas para visitar os parentes.Daí então os altares para esperar por êles.
Este altar eu fotografei na praça central de Cozumel.Antes da chegada dos espanhóis êles celebravam a volta das almas entre Julho e Agosto. Os espanhóis mudaram as festividades para que coincidisse com o dia 2 de Novembro da igreja católica.
Este altar vi dentro de uma casa onde almocei. A dona me mostrou as fotos dos mortos da família e explicou melhor sobre o altar. Foi o mais "feinho" que vi mas o mais comovente.Sinceramente, eu adorei a idéia. No Brasil eu nunca vou ao cemitério e desta forma,particular, acho que eu encaro.
Também é tempo de fazer brincadeiras e rir da morte através das "calaveras" e poesias que fazem referência a alguém em particular, geralmente políticos.É tempo de chocolate e caveiras de amaranto que são trocadas entre amigos com o nome deles para que "comam a própria morte" e também artesanatos especiais que representam os diferentes aspectos da vida com os esqueletos representando as atividades diárias.As imagens da direita são do "Pan de Muertos"
O dia primeiro é dedicado às crianças e em muitas cidades fazem o ritual da Vigília dos Anjinhos no cemitério.
Esta miniatura linda é da AY GUEY, uma grife incrível. Farei uma postagem sobre ela também.
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Na chegada as pessoas são abordadas por muitos agentes de viagem querendo vender os passeios, alugar motos ou carrinhos elétricos. É de desorientar, cada um fala um preço. Procurei um guarda local que me indicou um guia oficial que me vendeu um passeio de barco "em grupo, com almoço e snorkel" por 200 pesos. O grupo era eu e uma mãe mexicana com duas crianças.O barco é deste tipo aí. Levei meu próprio snorkerl e entreguei pra Deus.
O barqueiro parou em três lugares para mergulharmos, El Farolito, la Cuevita e San Bajo. Nm desses lugares tem este navio encalhado, rodeado de peixes e o melhor é que dá pé. É inacreditável. Adorei.Queria ficar lá pra sempre.
Depois ele parou num tipo de reserva natural onde cuidam de tartarugas. Mais 30 pesos, tudo bem, banheiro limpinho mas o passeio em si é fraco. Nosso Projeto Tamar dá de 10 a 0.No aquário lá vi os cavalos marinhos e estes peixinhos lindos impossíveis de se fotografar, não ficam quietos.
Ele parou também onde as pessoas vão para nadar com os golfinhos. É um passeio de dia inteiro, custa US 150,00 (e você não leva o bicho)mas na verdade fica-se segundos com os golfinhos. É a conta de se tirar uma foto. O resto do dia é pra usar o clube.Pelo menos deu pra ver de longe onde é e como funciona. Em seguida ele parou num "cercadinho" onde tem um tubarão grande e as pessoas o pegam no colo dentro dágua pra tirar foto. Eu hem?? Não quis nem saber se o tubarão era banguela, fiquei bem longe.Olha só o nível das instalações e a segurança disso!! Aí seria a última parada para almoço. O restaurante era muito vagabundo e resolvi voltar a pé pro centro no maior calor.
A carinha da ilha é esta, simplezinha. A praia é muito boa.
A ilha tem 1 km de largura e 8km de extensão. O nome deriva provavelmente de estatuetas maias em forma de mulheres encontradas no local pelos espanhóis e destruídas por eles.
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paul-joseph-hopper
Linda foto de João Urban que vi no dec(ouer)acao
Dwell magazine 


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Fiquei no Oasis Viva Beach.É apenas um dos muitos que ficam na Zona Hoteleira,ou Isla Cancún.A ilha é em forma de L, tem 23 km de extensão e é ligada ao continente por duas pontes.O melhor deste hotel é a praia,o preço e também fica pertinho de vários shoppings e bares.Me disseram que um dos melhores é o Meliá, onde fica o rei da Espanha e também o Ritz Carlton (US850,00 a diária) com direito a digitar o aroma que você quer no quarto, entre outras coisas.
Com o pé na areia, a construção branca é o hotel. Embaixo uma casa bonita que vi na mesma praia e um super barco lindo.
A primeira imagem é a vista do comércio na frente do hotel. Esta construção branca é o Hotel Riu. É lindo, fica bem ao lado.
O "tiozinho" anda pela praia vendendo as conchas e faz com elas um som bem alto, quase como aquela de navio. No hotel, estas mulheres fazem este penteado (US25,00) em 80% das mulheres. Morri de vontade de fazer mas não tive coragem.Além do mais, como me manter quieta, sentada, com tanta coisa pra ver? O penteado dura uns 15 dias. Houve uma noite de degustação de tequilas. Pude provar a melhor, Don Julio, e as outras também, inclusive as da casa com sabor de café, maçã etc.
Lá a maioria dos cocos são amarelos e pavões passeiam livres pelo hotel. O quarto é normal, cobram US$ 3,50 por dia para usar o cofre.Desaforo né? E também não tem frigobar.
Eu adoro praia do tipo piscinão, sem ondas. A de lá é assim por que tem a Isla Mujeres na frente que barra as ondas.
O sistema é all inclusive, o pessoal bebe o dia todo mas achei os drinks um pouco aguados.Com "propina" o atendimento melhora.Pra quem vai só para curtir o hotel tem atividades na piscina, shows a noite, como num navio. Os shows são bem fraquinhos. Achei a comida muito boa,com opções para todos os paladares, inclusive um bife na chapa maravilhoso.Quanto aos tacos,eles não fazem aqueles crocantes, durinhos, eles pegam a tortilla e dão uma leve tostada na chapa. O recheio também não é de carne moída e sim carne de panela desfiada.Servem no café da manhã também e comi todos os dias.
Bem pertinho fica a Plaza Caracol, um shopping. Lá tem uma loja, Ambarte, que adorei. Tem o melhor do artesanato mexicano,feito por artistas renomados, tudo assinado. Estas peças foram feitas pelos índios Huicholes, um grupo étnico que se recusou a entrar em contato com o mundo exterior.Vivem em áreas inaccessíveis na Sierra Madre Occidental do México.Não sei se dá pra ver bem, são cobertas por minúsculas miçangas.Todos os desenhos tem um significado, são um reflexo da tradição e cultura deles. Através da arte os índios codificam e documentam seu conhecimento espiritual. Há peças deles em museus de Berlin,Paris e Nova York.
Na Ambarte eu vi as árvores da vida mais bonitas, pena que esqueci o nome do artista.O rapaz que me atendeu (Luiz Gustavo Quintana)é um apaixonado pela cultura mexicana, mostra nos livros, explica tudo.Esta é loja imperdível.
Esta guitarra enorme é a frente do Forum By The Sea,um shopping de 3 andares. Aí é que a noite acontece.Fica um monte de gente nas filas dos bares, a música é altíssima no meio da rua,tem performistas de todo tipo e dá pra ver de fora o que está rolando em alguns.É um lugar legal e animado pra passear a noite mesmo que você não vá, por exemplo, ao Coco Bongo, que é o lugar do momento. Dizem que é imperdível. Eu tô fora. Lá tem o Rainforest Café e o Carlos'n Charlie's, um outro restaurante super animado com decoração legal onde garçons dão shows.
Imagens do Hard Rock Cafe, dentro do Forum by The Sea. Olha o cadillac no palco.
O melhor meio de transporte é o onibus. Da zona hoteleira até o centro custa 7,50 pesos (aprox. R$ 1,30) Tem dia e noite e é seguro. Não tem cobrador, o motorista deixa "la plata" bem a vista e dirigem feito loucos. Mas é divertido, é a hora que a gente tem pra ver a cara do povo.Uma vez tinha até um cara tocando violão e cantando música(mexicana das bem bregas)a troco de "propina" (gorjeta).
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