sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Christmas in London

As fotos abaixo foram tiradas durante a época do Natal 2008
Luzes na loja da Stella McCartney
Harrods

Decoração aérea na região chamada de Seven Dials, perto de Covent Garden
Num Shopping em Covent Garden.
Regent Street

Uma das vitrines da Fortnum & Mason

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Barcelona

Este é um poster que reflete muito bem o clima da Las Ramblas, uma avenida animada de lá.

Vi muito desses enfeites no mercado de Natal .

Casa Lleó-Morera is a building designed by noted modernisme architect Lluís Domènech i Montaner, located at Passeig de Gràcia 35 in the Eixample district of Barcelona. The building is located on the corner with Carrer del Consell de Cent, and is one of the three important buildings of the Illa de la Discòrdia. The building was originally constructed in 1864, and was renovated beginning in 1902.
Unlike many buildings constructed at the time, it was not named for its owner; rather it is named from the lions (lleó) and mulberry trees (morera) motifs in the decorations. Domènech i Montaner worked with sculptor Eusebi Arnau, Antoni Serra i Fiter for the ceramics, Lluís Brú and Mario Maragliano for the mosaics and Gaspar Homar for decoration and furniture to make the complete work.
PATISSERIE MAURI- Rambla de Catalunya, 102. Existe desde 1870. No canto direito um detalhe da porta da entrada. Tudo uma delícia.
Não deixe de almoçar no Mercado La Boqueria. Em todos os boxes a comida é excelente e muito concorrida. Diversos tipos de cogumelo e azeite espanhol. Tudo de bom!
Roupas secando no Barrio Marinero na Praia de Barceloneta.
Vitrines no Barrio Gotic. Um verdadeiro emaranhado de ruelas muito interessante. Me perdí duas vezes por lá.

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Artist's rendering of the Hudson river landing


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A águia voltou para o ninho

óleo sobre tela- "Tudo Isso Passa " - acervo da artista

Voltei ontem do hospital. Tiraram-me o útero e os ovários. Um corte E-NOR-ME. Não cortaram mais por que acabou o corpinho. Tá bom, eu sou mesmo um pouco dramática, mas achei um exagero o corte. Tive três partos normais para não ter que passar por isso, mas agora me pegaram.
No hospital, depois da cirurgia, desprezei o modelito "bumbum de fora" e coloquei um vestidinho longo, pulseirinha e colar. Fiquei assim vestida o dia todo, até 11 da noite quando então me consolei. Não seria “libertada” naquela noite. ”Duas noites no hospital”, disse o médico. A roupa era pra deixar claro que não pertenço àquele lugar. Camisola nem pensar! Não estou doente! Só conseguia pensar em voltar pra casa.
Um dia depois da cirurgia, chorei muito, andei muito pelo hospital, fui ao berçário, peguei elevador, fumei na esperança de ser expulsa, conversei com as visitas, acompanhantes dos outros coleguinhas, transeuntes, passantes, faxineiras, carreguei soro pro vizinho que precisava se exercitar, distribuí paçocas e balas E o tempo não passava. Pendurei-me na janela por horas esperando o “resgate” que só seria feito no dia seguinte por duas amigas. Não me deitei na cama nem por um segundo. Permaneceu impecável com seu travesseiro duro de plástico grosso. O tempo não passava. Minha casa...minha casa...minha casa.....
Agora estou em casa. Não senti dores hora nenhuma, só um vazio enorme dentro de uma barriga inchada, estranha, e uma cabeça tentando assimilar o que houve e o que está por vir.
Converso com amigas, parece que todas elas já não tinham “essas partes” há anos!! Sou sempre a última a saber das coisas. Como é que eu não sabia disso? A grande maioria não tem útero há muitos anos!!! Saiu de moda ter útero? E o que vai ser de mim? Como era mesmo aquela história de menopausa? Nos meus 53 anos eu ainda tinha menstruação e planos de um terceiro casamento, desejos, sometimes, de corar quem desenhou o Kama Sutra.
O que vai mudar? Não serei mais desejável ou não irão mais me desejar? E o resultado da biópsia? Será que vou engordar? Morrer? Ficar invisível? Velhíssima? Gagá? Vai ser rápido ou aos poucos?
Por que o médico não me explica isso tudo com calma? É porisso que prefiro médicAs. Elas são mais detalhistas, parece que têm mais tempo. As médicAs falam assim “Querida, dez dias antes você já vai tomando vitamina C com zinco, tal e tal remédio pra prevenir tais coisas, passe só uma base nas unhas. Nos pés você pode por um tonzinho mais forte. Leve uma meinha, chinelinho, camisolinha. Depile aqui e acolá, tome um lanche reforçado por volta das tantas horas etc.” Já o médicO é assim: “Apareça lá às 9hs. A cirurgia é às 13.30h. Jejum de 12 horas”
De raiva cheguei só uma hora antes. Pra que chegar tanto tempo antes? E ainda por cima de barriga vazia. Nem água podia. No cable TV, no net, no life.
Na próxima vez (que se Deus quiser, será em outra vida) quando começarem com aquelas perguntas “Diabética? Pressão alta? Alergias? “Vou dizer que sim, tenho alergia a bolacha de água e sal e bolacha Maria. Coisa mais chata é ficar 300 horas, tá bom, 20 horas sem comer e alguém chega com a maior cara lavada e te oferece bolacha de água e sal! Tá me estranhando? ME MATA DE UMA VEZ, SUA SONSA! Cadê o cardápio? Que pessoa razoável escolhe bolacha Maria pra comer após ter sido dopada e cortada literalmente ao meio? Doente deve comer o que apetecer!! Minha sábia mãe pedia ovos com bacon quando saia de uma anestesia. No Einstein serviram. O sábio médico autorizou e eu mesma fui até a copa pra pedir e levar pra ela. Esse é o cara! Ah! E também vou levar meu travesseiro de paina.
Mas tudo bem, isso não tem importância, é mais um susto e aquela terrível constatação da nossa fragilidade, aquele choro nervoso de quem escapou por pouco e que sabe que se Deus quisesse poderia ter te levado facim, facim.
Ouvi dizer que quando nascemos, já viemos com um plano lá de cima. E se o médico, quando estava na faculdade, resolveu matar justamente a aula de tirar o útero e foi na padaria comer um pão de queijo? Daí eu teria rodado bonito. Bom, aí já não seria um plano e sim um complô.
Em casa, fiz o que faço sempre nessas ocasiões, chorei uma noite inteira e no dia seguinte amanheço nova, de batom e tudo. Camisolinha, nem pensar! Olhando assim rapidinho você jura que eu estou bem. Por fora a Polyana de sempre e por dentro, cá entre nós, uma Paquita velha... pero no mucho.
Retomei meus medíocres projetos e planos. Medíocres, no sentido de médio, sem megalomania. Medíocres, mas meus. É o que tenho e se derem certo podem me dar alguma satisfação, independente de ter alguém ou não ao meu lado, de ser ou não atraente, jovem ou não. Mas que operar é um susto punk, isso é!
Tá o maior sol lá fora e esqueci-me de dar quirera pros pardais dessa vida linda. Preciso chamar o jardineiro também.
Inadmissível não mencionar também o apoio dos amigos. Sou abençoada e agradeço a eles pela paciência, carinho, telefonemas... e pelo resgate, é claro
A águia voltou para o ninho. Missão cumprida com sucesso.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Doces


Os docinhos acima eu achei na net. Abaixo, embalagens que vi na Harrods


Abaixo, outros que vi na net

Os muffins coloridos abaixo em fotografei em Covent Garden, Londres

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domingo, 25 de janeiro de 2009

PAPER ART

Impressionante o que alguns artistas conseguem fazer com papel.



As bonequinhas abaixo foram feitas por mim durante um dos meus ataques de hiperatividade

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Creative Advertising

Sempre fui encantada com essa forma de atrair a atenção dos clientes para os diversos tipos de comércio. Fotografei vários deles nas minhas viagens e gostaria de dividir com vocês. Todos muito criativos e divertidos. Alguns, posteriormente acabei passando para a tela como os dois a seguir, do lado esquerdo a foto original e ao lado, o quadro.

Abaixo, fotos tiradas em Londres, Barcelona e Salvador
Londres, Genova e Barcelona
BARCELONA

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Archipelago- Explorando o exótico

Jantar no Archipelago, em Londres, é no mínimo uma aventura culinária. Servem ingredientes exóticos para nós tais como crocodilo, canguru, gnu, pavão, escorpião coberto com chocolate e salada de louva-deus. Juram que nada disso provem de fornecedores duvidosos. Foi uma experiência interessante. É claro que não deu para experimentar tudo. Escorpião, por exemplo, mesmo com chocolate eu passo.
Acima, Salada de Louva-deus


A decoração combina com o cardápio, repleta de “recuerdos” do mundo todo.

Abaixo, croc on a rock, crododilo na pedra , com folha de uva e molho de ameixa.

Comi o canguru abaixo. Tinha um gosto tão semelhante ao de uma boa picanha que até fiquei desconfiada.

As sobremesas.

ARCHIPELAGO Restaurant 110 Whitfield Street London W1T 5ED
General enquiries Tel: 020 7383 3346 Fax: 020 7383 7181 info@archipelago-restaurant.co.uk

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Camden Town

O que mais me impressiona em Londres é a capacidade que esta cidade tem de ter várias faces,
Camden Town é uma delas e é um mar de entretenimento. Lá existem seis agitadíssimos mercados além de lojas, restaurantes, pubs, clubes, teatros e museus que atraem multidões de pessoas.

O quadro acima eu pintei assim que estive lá a primeira vez. Foi vendido em Londres mesmo

Essa parte de Londres é mundialmente conhecida como o lugar ideal para se comprar roupas alternativas (punk, gótica, fetiches, vintage, etc.). Uma dessas lojas é a Darkside, famosa por ser a loja original do estilo gótico na Camden High Street. Ela oferece uma impressionante seleção de roupas cyber/gothic em seus dois andares além de sapatos “rockabilly” de qualidade superior ao das outras lojas da rua.
Uma curiosidade à parte são as pessoas extravagantes que por ali circulam.





Existem inúmeros locais para se fazer tatuagens, piercings e pode-se comprar vários tipos de cogumelos, todos expostos em mesinhas nas calçadas. Tem também, em vários mercados, comidas de várias partes do mundo. Aos sábados fica lotado.




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London Eye

A London Eye foi inaugurada em 1999 pra comemorar a chegada do novo milenio. Num dia claro pode-se enxergar até 40 km ao redor, inclusive o Windsor Castle.
Tem 135 m de altura . Entrou para o Guiness como a maior roda-gigante do mundo. Mas em breve esse título deverá ser revogado pois há planos para construir uma roda-gigante de 170m de altura em Las Vegas e outra de 200m em Shanghai.
´É um belo exemplo da engenharia e design britânicos.

Pode carregar até 800 passageiros por vez. Cada uma das 32 cápsulas pesa 10 toneladas.
O ingresso custou 15 Libras. Não é dos programas mais baratos. Recebe em média 3 milhões e meio de visitantes por ano.
Cada volta leva 30 minutos e ela gira a 0,9 km por hora o que possibilita aos passageiros entrar e sair sem que ela precise parar.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

London, window shopping

SPEAKER'S CORNER

O Speaker`s Corner fica no Hyde Park, em Londres, perto do Marble Arch. É um lugar onde qualquer pessoa pode falar sobre o que quiser. Já foi freqüentado por Karl Marx, Vladimir Lênin, George Orwell e William Morris.
Pode-se criticar qualquer um, com exceção da Família Real e do governoinglês, sem temer problemas legais. Para discursar, o orador tem de estar sobre um caixote ou tablado pois, segundo a tradição britânica, o orador não pode estar sobre solo inglês, ou seja,se o orador não estiver pisando em solo inglês ele estará isento das leis e tradições britânicas.
Eu fui num domingo muito frio mas minha amiga iraniana disse que no verão é movimentadíssimo. Ela passa o dia, senta na grama, toma sol, faz picnic e ainda ouve os discursos. Tem gente falando sério e também muito “maluco beleza”.

O primeiro grande protesto realizado no Speaker's Corner aconteceu em 1855. O protesto foi descrito por Karl Marx como o início da revolução inglesa. Em 1866, a organização conhecida como Liga da Reforma usou diversas vezes o Speaker's Corner para fazer discursos.
As autoridades britânicas reprimiram diversas vezes discursos no Speaker's Corner durante o século XIX. Mas em 1872 a força do movimento democrático fez com que o governo permitisse os discursos.
Em 2003, as autoridades impediram um evento no Speaker's Corner para protestar contra a Guerra do Iraque.

FILMEI ALGUNS TRECHOS DOS DISCURSOS. VEJAM SÓ QUE BATE-BOCA QUE É!
video

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ANTONI GAUDÍ

Enquanto estive em Londres aproveitei para dar um pulo em Barcelona pra conferir as obras de Gaudí. Voltei apaixonada. Valeu a viagem.
Pere Millá e Rose Segimon encomendaram esse prédio para Gaudí após terem visto a reforma que ele fez na Casa Battló. Eles morariam no primeiro andar e alugariam o térreo para lojas e o restante dos outros apartamentos pra outras famílias. Na época essa obra apresentou muitas inovações tais como elevador, a portaria, entrada de serviço, garagem, persianas etc. Foi construída entre 1906 e 1912. São 150 janelas diferentes em tamanho e forma distribuídas pelas 3 fachadas. Gaudí estava com 54 anos. Nunca se casou. Morreu 3 dias após ter sido atropelado por um bonde aos 74 anos. Morreu sabendo que deixaria inacabada a obra da Catedral.

As chaminés abaixo servem para "esconder" a caixa dágua, escadas, ventilação e toda a parte funcional. A do primeiro plano, inspirada numa árvore de tronco sinuoso, tem as "folhas" de vidro. Dizem que foram as garrafas de bebida consumidas na inauguração.
Chama-se Casa Millá mas por causa da aparência e também por ser de pedra acabou ganhando o nome de La Pedrera. As sacadas são impressionantes, de ferro reciclado, com detalhes como flores, máscaras, símbolos. Na época fizeram vários comentários maldosos a respeito de toda a obra. Sobre as sacadas disseram que pareciam um acidente de trem. A parte inferior delas e de material transparente para ajudar na iluminação, uma das suas maiores preocupações. Na época as casas eram muito escuras.

Uma das duas portas de entrada do prédio, também com formato "orgânico", lembra um casco de tartaruga, asas de borboleta ou células.
Olhe só essa entrada vista pelo lado de dentro. Repare em como a luz entra. A porta tem os desenhos menores embaixo para segurança e maiores em cima pra deixar entrar a luz e ao mesmo tempo não impedem a comunicacão com o exterior.

Pátio interno (acima).
Tem uma calçada acima do sótão entre as diversas chaminés. Dá pra passear ou acessar outros apartamentos. Essas figuras esculturais dão um ar misterioso.Ninguém entende muito bem a simbologia dessas torres. Fala-se em guardiões, mulheres, corujas, um grupo de músicos. Esse é um dos dois pátios internos do prédio. Por causa deles, todos os apartamentos são muito iluminados e ventilados.
Casa Batlló, outra obra de Gaudí. Não existem ângulos retos, os vitrais são belíssimos.
Fachada da Casa Batlló. Também com a aparência meio "orgânica". As sacadas parecem penduradas como ninhos de passarinho.
Pátio interno da Casa Batlló.
Abaixo, Parque Guell, outra obra de Gaudí, encomendada pelo seu "padrinho das artes" Conde Eusebi Guell. Era originalmente para ser um jardim residencial em estilo inglês. Mais tarde (1923) foi doado para a cidade

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SAATCHI GALLERY- LONDON

Exposição "The Revolution Continues", de artistas contemporâneos chineses


Obra de Zhang Huan. Uma cabeça coberta por cinzas de incenso queimado coletado dos templos de Shangai. Tem também detalhes com os pauzinhos dos incensos

É o que você esta pensando sim!! Essa obra se chama "Indigestão"

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Pleasance Theater, Londres

Encontro com Phil, curador do Pleasance Theater, para entregar novas telas para exposição Confira no site http://www.pleasance.co.uk/islington/node/443

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Elton John

Passei o reveillon 2008-2009 assistindo o show do Elton John na Arena do O2, um lugar incrível, com cadeiras confortáveis, acústica perfeita, uma lanchonete para cada setor e 548 toiletes. Dezesete mil pessoas e não houve tumulto ou filas hora nenhuma. A única exigência do artista foi chegar de helicóptero. Seus dois convidados chegaram de barco cheio de rosas e champagne pelo Tamisa.
Alexandra Burke, ganhadora do último X Factor, cantou Hallelujah. Confira no http://www.youtube.com/watch?v=u5ayPhf75Kc
Will Young. Pop Idol 2002, cantou “Daniel”. Confira no http://www.youtube.com/watch?v=q7J9RsTIQZE&feature=related
Passou ao vivo nos EUA e também no Times Square em New York na hora do réveillon
Direção do fotógrafo-diretor David LaChapelle, que dirigiu o show “ Red Piano” no Caesar’s Palace em Lãs Vegas
O cenário era todo inflável.
O artista foi impecável, tão perfeito que ficou até um pouco frio.
No Brasil, vi o show pela TV. Elton John parecia bem mais a vontade, improvisou mais e sorriu mais. Uma pena foi não terem trazido o cenário. Mesmo assim também gostei muito.

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