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O dono desta coleção de dados chama-se Amos Kwok e inclui alguns com 10 e 12 lados. Woman's Day. Foto: Amos Kwok.
Chapéus de Nicolas Malleville e Francesca Bonato. Os heróis, expostos naquelas placas com furinhos vi no Apartment Therapy.
Olha que legal a coleção de imãs na cozinha do loft do Dave and Shyla (Apartment therapy) .As chaves vi no design Sponge.Os globos acho que vi no Ffound.
A parede com instrumentos musicais eu fotografei na casa que foi de Elpídio dos Santos em São Luis do Paraitinga. Ao lado, os intrumentos foram colocados embaixo de uma escada no Hard Rock Cafe de Cancun.
A de merendeiras (que ideia legal!)eu vi no A Casa que Minha Avó Queria, da Ana Medeiros. A outra de bonequinhos articulados é uma foto de Rodolphe Foucher,via dti.
Mostrar a coleção na parede da escada é uma boa ideia também. À esquerda uma de batedores de tapete. Acho que a gente não usa no Brasil, pelo menos eu nunca tive. Vai com a vassoura mesmo né, hehehe.Eu vi no Country Living. E a outra, de cestas, eu vi na Pousada Solar Singuitta, Ilha bela.
Achei muito original a forma como as bonequinhas estão colocadas. A coleção de bandejas antigas eu vi num restaurante em Cancun.
Gostou do assunto? É só clicar no tag "Coleções", abaixo.Marcadores: Coleções





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De um modo geral,adorei a comida, adorei a fartura das porções, o tempero e o requinte com o qual é servida. Aguça todos os sentidos e ainda me trouxe recordações de momentos felizes da infância.Um exemplo disto é este senhor aí mexendo o doce de leite no tacho no fogão a lenha há mais de 40 anos. É o Francisco de Paula Xavier, de 74 anos, mais conhecido como Chico Doceiro. Fácil de achar a loja pois tem o mesmo nome Chico Doceiro O doce depois é colocado no nosso velho conhecido "canudinho" de massinha crocante feito pela mulher dele.É perfeito. Tem também o Doce do Bolota que era diabético e desenvolveu um doce de leite light. Feito com 15 litros de leite e 200 gramas de açúcar.Bolota faleceu e quem continua a mexer o doce até hoje é sua mulher Célia e as 3 filhas.Vale a visita aos fundos da casa onde se pode degustar outras delícias não tão lights.
E olhem só a "belezura" deste doce de limão cravo!( Foto da Tete).Os mineiros, de lá pra cá, conseguiram ainda dar uma "sofisticada" no que já era bom. Tudo ficou mais bonito, mais refinado, criativo. Deram um verdadeiro upgrade nas receitas tradicionais preservando os elementos básicos.Por exemplo, ao lado do doce de limão cravo (ou china) tem a famosa goiabada com castanha de cajú servida no TragaLuz numa cama de requeijão com sorvete de goiaba.O próximo prato é o jaleco de capote da Estalagem do Sabor um mexidinho com um feijão vermelho que nunca vi igual,lombo,banana, couve e uma dedo de moça pra enfeitar.Perfeito.Hoje a casa tem alguns pratos exclusivos como jiló preguento, abòbora real, mané sem jaleco, joão pronto e beliscão. Não deixe de experimentar o creme de mandioca com carne seca e a sobremesa de doce de limão capeta recheado com doce de leite.O outro prato da foto tem um picadinho, banana caramelada na rapadura,ovo frito, e por aí vai. Tudo servido com o charme de uma panela de barro, de ferro ou de pedra sabão e, dependendo do lugar, talheres de prata, castiçais de estanho, guardanapos de tecido impecáveis, luminárias charmosas, toalhinhas de crochet.Tudo obra de gente do lugar. Tudo com o requinte na medida exata para o cenário histórico.Lembra casa de vó, lembra dia de festa de antigamente.
Não estive em todos os restaurantes que estou mostrando aqui. A Tete esteve lá há 9 anos e daí voltou há uns 3 meses e gostou tanto que nos arrastou para lá. Na segunda vez foi comemorando aniversário de casamento então meu compadre estava "de boa" e topava tudo que estava escrito no famoso "caderninho" com dicas de viagens da Tete. Uma das dicas imperdíveis- PAU DE ANGU. Um restaurante no caminho pra Bichinho, no meio de um pasto, ou seja,do nada,( 2 km de terra)bem no pé da Serra de São José,numa casa simples, num ambiente rústico,serve pratos fartos preparados na hora,tudo produto deles, ingredientes da horta dalí mesmo.Frango caipira, lingüiça de pernil defumada no fogão a lenha(servida de entrada), lombo daqueles conservados na banha e de sobremesa um bufê de doces caseiros com umas 12 variedades numa cozinha típica super charmosa.
Daí, no centro histórico,na linda Rua Padre Toledo, tem o Theatro da Villa. Pense num restaurante requintado e ao mesmo tempo "desencanado".É chic, é meio galeria de arte, é romântico, cheio de detalhes e o moço simpático que nos recebeu falava com tanto entusiasmo sobre o lugar e os detalhes que achamos que era o dono.Mas na verdade estes são os gêmeos Carlos Eduardo (o Chef) e Carlos Fernando.Djavan e Ignácio de Loyola Brandão até fizeram poesias dedicadas ao Chef e às suas criações. Olha só um exemplo - "Perdiz desossada, recheada de vitelo, ao molho de blueberries e amoras pretas, acompanhada de purê de palmito pupunha e alho porró."Tiraram 1o lugar de Melhor Prato no XI Festival de Gastronomia de Tiradentes em 2008.
Lembra daquelas cruzes que me impressionaram? Pois é, aí estão elas novamente expostas, emolduradas de formas distintas na parede do banheiro do Theatro da Villa. Imagens sacras também estão exibidas lá de uma forma diferente entre outros objetos de arte.
E tem também o Ora Pro Nobis, muito charmoso, bem em frente ao Chafariz.Os pratos mais típicos deste são -Ora Pro Nóbis(frango e Costela de porco),Lombinho à mineira e Leitão a pururuca. Perto dali, o Viradas do Largo, também conhecido como Restaurante da Beth é ótimo, lá tem o frango com angu e ora-pro-nóbis colhida no quintal. Tutu com costelinha, o angu feito de fubá de moinho d'água; feijão-tropeiro daquele bem vermelhinho. Até comprei pra trazer.Beth Beltrão deixa bem claro que não pode ter pressa para se comer. Fica difícil esperar pois quando ela começa a cozinhar o aroma vai se espalhando e dá uma fome danada.
E abaixo, o Tragaluz

Marcadores: Dica de Viagem
Design Sponge e Eat Drink Chic.
Garrafas da Country Home e ao lado ideia para colocar sabonete líquido.
Mais embaixo explica como fazer esta montagem.
A janela da direita é da Claudia da La Calle Florida.
Ideia legal do Design Sponge.
Marcadores: Casa e Decoração, Craft

As três primeiras são do Apartment Therapy e o último, de papel crepon, é da Frolic.
Os cubinhos de origami são da Fifi Mandirac, bem coloridos, uma graça.
Esta criação do yespleaseblog eu coloquei em parte no post anterior. Esta foto dá uma ideia melhor.Marcadores: Party Time
Tentei selecionar imagens em tons de branco e verde, mas acho que branco com qualquer outra cor fica bonito também. Adorei a escada com velas.
As lampadinhas são do Apartment Therapy.
O ambiente da esquerda é criação do LRT Events.
Estes arranjos eu já havia postado mas acho que ficariam bonitos. São simples de fazer.
Pra festa na praia...
Buffet com gelo para frutos do mar.
Tá bom, confesso que cones de ovas de truta é demais mas achei tão bonito. Repare nos canapés na bandeijinha forrada com cebolinha trançada.
O ambiente da esquerda é do yespleaseblog. Olhe que simpático o arranjo com vidros de geléia!
Não sei se é usual servir docinhos mas quem recusaria estes lindinhos aí?
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No blog do Eduardo Jardim fala mais sobre esta fruta. Diz lá que os historiadores acreditam que foram mameis que salvaram o exército espanhol de inanição, quando em campanha de conquista das terras meso-americanas.
Pimenta Jamaica, folha de milho já limpinha em saquinhos e as morangas.
E, é claro, dá-lhe chile! Pela quantidade disponível, o consumo é mesmo muito alto.
Abaixo eu colei um texto em inglês que fala a ordem de "ardência" das pimentas mexicanas.
Marcadores: Gourmet Tips
Esta vitrine se movimenta toda, é de papelão. Vi no Shopping Las Americas em Cancun.O fundo é uma colagem de gibis com um filtro de ...como é que chama mesmo, quando dá aquele tom meio marrom de foto antiga? Me fugiu a palavra. Lembrei! Sépia.
Instalação da Vanessa Beecroft para a abertura da Megastore da Louis Vuitton's Megastore na Champs Elysees.
Selfridges.
O Neal's Yard é uma loja que vende queijos em Londres, muito tradicional, pode-se degustar, é o máximo. Eu, que tenho muitas restrições a laticínios, acabo sempre achando um ou outro queijo que acabo comprando.Acho o enorme queijo da fachada muito interessante e as prateleiras repletas de queijos muito legal.
A de doces é a Miette Confiserrie, em São Francisco.
Esta é uma casa de sucos muito legal que eu vi em Barcelona, no meio da cidade histórica, na parte medieval da cidade.Tinha umas frutas enormes "fake" muito bem feitas, era uma portinha só, mas muito apetitosa.
Esta fachada chocante é da Sketch Gallery em Londres onde eu fui "barrada no baile". Na verdade, eu só queria entrar pra fotografar de dia, não de noite, mesmo consumindo.Anyway, achei muito legal este cachorro imponente, de guarda colocado na fachada.
Estas vitrines de tecidos com muitos "brocados" eu vi num bairro de imigrantes de Londres.Aqueles bairros que só eu mesmo pra incluir no roteiro e que, no fim, agradeço a Deus por ter ido sozinha por que senão iria ouvir muito das companheiras de viajem.

Marcadores: Vitrines e Fachadas
A primeira imagem é de adesivo de parede, a segunda,....docinhos, e a corujinha linda na vertical é da laurenalane.com
A segunda, zoiúda, a Lis trouxe para mim de presente de Salvador de um artista de lá, assinada e tudo pelo Yrapuã.
Estas oito da direita são da Branca Rotelli.
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Tetê ficou uma vez no Solar da Ponte e gostou muito. O pessoal lá tem muita prática em atender estrangeiros e fica bem perto da ponte do centrinho. É das mais tradicionais da cidade.Aliás, gente, coisa mais difícil e de grande responsabilidade é dar uma opinião pessoal a respeito de um hotel,de um restaurante, de uma funcionária, indicar alguém para alguma coisa. Ando tendo um certo pavor disto.Pessoas são diferentes, sei lá onde foram criadas e às vezes, pra mim tá bom e pro outro pode ser um pavor. Entendem? E também existe gente azeda por natureza para as quais nunca, nada está de acordo não importa onde estejam. (imagens abaixo do Solar da Ponte)
Enfim, como aqui é meu espaço, conto aqui minha experiência. Voltando ao assunto, o Solar da Ponte faz parte do Roteiros de Charme, o que, é claro, dá uma certa segurança na hora de se fazer uma reserva(imagens abaixo do Solar da Ponte). Mas acabamos descobrindo que existem sim outras pérolas que não estão no roteiro oficial pois....
...dois meses depois ela voltou comigo e ficamos na Pousada Brisa da Serra. Adoramos!É um charme! A proprietária, Rita, muito simpática, é daquelas pessoas que quando conversa com você, ela realmente está alí. Não sei se me entendem. Ela é a alma daquele espaço e a gente fica querendo que ela fique sempre por perto pra poder contar bastante sobre o lugar, dar dicas de passeio ou simplesmente jogar conversa fora. Escolhemos os quartos na parte de baixo. Em frente aos quartos amplos (com um chuveiro excelente) tem um gramado e um deck com uma vista linda para a Serra de São José, um verdadeiro paredão verde, muito impressionante. Uma piscina está sendo construída um nível abaixo deste deck, vai ficar ótimo. Ah! Os lençóis gostosos, o colchão ótimo, as colchas impecáveis. A foto com as primaveras em flor é dos quartos na parte de cima.
O café da manhã, eu já mostrei antes, é uma delícia. Saí do sério com as rabanadas que há tempos não comia e umas quiches e mais outras gostosuras que a gente esquece que existem. E tem também o capricho de ter a cada dia um joguinho americano ou um porta guardanapo diferente. Coisas "bobinhas" mas que fazem a diferença.Na porta da entrada tem dois cachorros de pedra que adorei junto a um coqueiro (com orquídeas no tronco) onde tem esta escultura em madeira de um catador de cocos com todos os detalhes das ferramentas.
No hall da entrada o teto forrado de macelas dá o que falar
Na ocasião, a pousada estava toda enfeitada com umas bromélias lindas. A Rita já estava se preparando para o Natal.E repare nesta cozinha típica mineira linda onde o hóspede pode chegar fora de hora para comer um bolinho, pedir um chá, biscoito de polvilho, inventar moda. Um detalhe muuuuito legal é que o café da manhã não tem hora para acabar. Você pode dormir até.....
Marcadores: Dica de Viagem

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Qualquer que seja o presente, a etiqueta melhora o visual e é onde podemos registrar nossos melhores desejos para quem recebe. Gostei desta ideias, vale até palitinho de sorvete.
Não importa o tamanho do presente, nem o preço. Quem recebe ficará feliz por ter sido lembrado. Os bonitinhos abaixo são todos da Dona Martha Danadinha Stewart.
Quem faz crochet não terá a menor dificuldade para embalar as garrafas de vinho. As árvores são para enfeitar a mesa. São feitas de papelão revestido com tecido. Os anjinhos de lata são da Guatemala.
Lindas embalagens da Dona Martha. A primeira é com papel de jornal mesmo. A de baixo tem uma estrela de canudinho e detalhes de fita adesiva colorida.
Adoro!!!
Linda esta guirlanda. Foi feita com aquelas toalhinhas rendadas de papel.
A guirlanda de crochet é da Siomara, a de mãozinhas é da Bruxinha e a outra é da Sonhos de Papel.
A idéia das chaves antigas pintadas e das forminhas serve também para guirlandas.
Hora de tirar do armário todas aquelas coisas no tema. 
Marcadores: Datas Comemorativas
As luminárias à vela também são de lá e já pendurei as duas no meu quarto. A almofada colorida é uma graça e dá uma alegria pra sala, além de combinar com qualquer outra cor que eu jogue. Acho que veio da França, pelo menos foi o que a vendedora da loja falou.
As caixas de madeira são criação da amiga da mainha, que tem um atelier em Fortaleza chamado Doce Luz. O tema você escolhe a partir de guardanapos de papel coloridos, daí ela vai desenvolvento o tipo de textura mais legal pra caixa. Dentro tem divisórias, que vc pode retirar ou não. Custaram 25,00 a menor e 35,00 a maior.
O quadro da parede foi lembrança de casamento que fui madrinha. É super legal, feito de papel recortado e sobreposto algumas vezes. Não sei o nome dessa técnica. Os copinhos são de cerâmica e comprei em Puerto Varas/Chile, num atelier chamado Puerto Grés. O espaço era um encanto, dava vontade de levar tudo. A artesã também era um amor... e pediu pra que eu explicasse pra ela o que a gente chamava de "saudade". Espero que te inspirem pra algo belo.

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Agora dei uma organizada nas que vi em Tiradentes.
Gostei muito da ousadia na combinação de cores.
Aqui já são todas de Londres.A casa do meio, embaixo eu pintei mas já foi vendido.
A porta de pedra é da casa da Nossa Senhora, na Turquia, onde ela morou depois que fugiu do Egito.Minha irmã esteve lá.A dourada é na Tailândia. As duas de baixo. Gênova.
Porta de um templo da Tailândia que minha irmã tirou e a outra é a porta de um antiquário em Gênova. Antigamente era a casa de uma familia.
A primeira é uma foto de Marília Medeiros. A seguir, Londres, Gênova e São Sebastião.
A amarela é de Londres, as outras duas vi em São Sebastião
Todas estas portas vermelhas eu fotografei em Londres. Acabo de perceber como deve ser difícil viajar comigo pelo tanto que eu paro para registrar tudo. Fazer o que, são ossos do ofício. Ajuda a não esquecer e sempre acabo usando para alguma coisa.
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Continuando a história,em 2002 foi fundado o Instituto Cultural Inhotim, uma instituição sem fins lucrativos, destinada à conservação, exposição e produção de trabalhos contemporâneos de arte e que também desenvolve ações educativas,sociais e pesquisas.Tornou-se um complexo museológico constituído por uma seqüência não linear de pavilhões em meio a um parque ambiental. Recebe visitantes de diversas partes do mundo.
Aqui uma pequena amostra do paisagismo. As folhagem escura é o inhame negro. Ao lado, suspensas de forma muito criativa entre eucaliptos, orquídeas que lá são agrupadas por espécies, como na natureza.
Estes são só quatro exemplos de espécies que eu nunca tinha visto. Os coquinhos assim em cachos, a bananinha vermelha,uma vegetação com o caule em gomos e as patas de elefante adultas (pony-tail palm),trazidas do México.
Estes bancos lindos foram feitos pelo escultor/designer Hugo França com madeiras de árvores caídas na mata ou de velhas canoas abandonadas, geralmente da região de Trancoso, na Bahia . Pesados e fortes, os móveis esculpidos diretamente em troncos semi queimados são quase esculturas. Ele faz o inverso, partindo da forma que a natureza apresenta para depois criar. O resultado é uma obra sempre única feita a partir de materiais que ficariam normalmente se deteriorando. No parque existem mais de 20 peças produzidas desde o início de sua carreira até sua produção mais recente.
Estes painéis são enormes (530x1300x20cm). Um se chama "Abre a Porta" e o outro "Rodoviária de Brumadinho". Neles estão retratadas pessoas da cidade e até alguns funcionários que por lá trabalham.Foram feitos por John Ahearn (USA) e Rigoberto Torres (Porto Rico)em fibra de vidro e pintados com tinta automotiva. Ao todo, o acervo é de,aproximadamente, 500 obras de mais de 100 artistas.
Como já era de se esperar, os arranjos de flores que vi por lá eram todos lindos, criativos, fartos.
Conclusão - Vale a viagem! Vale voltar sempre! Se não for pela arte, que seja para ver de perto uma das maiores coleções botânicas do mundo, com espécies tropicais raras e uma reserva florestal que faz parte do bioma da Mata Atlântica. Marcadores: Arquitetura, Arte, Dica de Viagem, Jardinagem
Sabe aquele tipo de cidade onde você quer passear o tempo todo? Pois é, em Tiradentes é assim. A gente entra numa lojinha, depois tem outra e mais outra, depois uma ruela bonitinha, um detalhe numa janela, uma árvore enorme, uma trepadeira diferente, um antiquário.Isto tudo sem falar na comida mineira honestíssima servida com muita fartura tanto nos restaurantes caros como nos mais baratos. Esqueça a dieta! Ah! E vá de carro grande !
Mas vamos por partes. Algumas das muitas portas coloridas. Repare nas cruzes!E eu que fui até Cancún procurando coisa bonita pra pintar!
As janelas, quase sempre com impecáveis cortinas de renda filé ou de crochet.
O relógio de sol é da Matriz, feito em pedra sabão em 1785 por Leandro Gonçalves Chaves.Embaixo, um empório que vende pimentas, compotas, doces cristalizados, entre outros produtos irresistíveis.
Já morei em duas cidades de Minas mas não me lembro de ter visto estas cruzes.Diz a lenda que todo dia 3 de Maio,durante a Festa da Invenção da Santa Cruz, a Virgem Maria passa pelas casas que as tem na fachada e vê se elas estão enfeitadas. Ela então envia os anjos para defender estas casas e seus moradores das investidas dos maus espíritos que levam pragas, desentendimentos, discórdias e doenças. O sinal da cruz invoca a Santíssima Trindade. É um gesto e um símbolo muito poderoso para nós, cristãos. Trouxe uma, é claro. Gostei da história.Antes as cruzes eram enfeitadas com palha de milho, depois passaram a fazê-las com papel crepon e agora já tem de fuchicos, de conchas etc.
Na frente da Matriz, um cruzeiro completo, com todos os símbolos da Paixão de Cristo. Nunca tinha visto.Ao lado, o Chafariz de São José. Considerado um dos mais bonitos de Minas, construído em 1749 para o abastecimento de água da Vila de São José. É o único do estado com oratório e imagem de santo - São José de Botas, em terracota. Possui três carrancas esculpidas em pedra com bicas de bronze, que jorram água em um tanque único e tem um brasão com as armas de Portugal. Atende ainda hoje à população, trazendo água puríssima da Serra de São José em antigo aqueduto de granito lavrado. Nas laterais um bebedouro de animais e duas bicas com tanque para lavadeiras.
BICHINHO é um povoado de uma rua a 8 km de Tiradentes. As poucas casas foram todas transformadas em oficinas, ateliês e lojas de artesanato. A estrada é de pedra e faz parte do circuito Trilha dos Inconfidentes, da Estrada Real. O comércio e o entusiasmo que se vê hoje por lá é obra de uma pessoa incrível, o Toti. Ele teve, por muitos anos, um antiquário em Embu e costumava garimpar madeira antiga para restauro nesta região. Daí resolveu se mudar para este vilarejo e montou um atelier.
INHOTIM - Eu nunca tinha ouvido falar neste lugar até três dias antes da viagem.Daí,de repente, seis pessoas falaram com tanta ênfase a respeito que achei que merecia a esticada.Preciso ainda organizar as imagens. Fica no município de Brumadinho, perto de Betim. É um museu com instalações de arte contemporânea numa fazenda quase toda com paisagismo de Burle Marx.No meio do sertão um lugar com construções e cuidados de primeiro mundo.A Galeria no lago é para abrigar uma instalação impressionante do Tunga,artista Pernambucano e se chama True Rouge. "Troca Troca" é o nome da instalação com os fuscas com aparelhagem de som. É do artista Jarbas Lopes, do Rio de Janeiro. As esculturas em bronze são de Edgard de Souza, de São Paulo. Não dá pra se ver tudo em um dia só. As exposições mudam e ainda tem muita coisa sendo construída, ou seja, é pra se voltar lá uma vez por ano. É proibido fotografar dentro das galerias e o que vou mostrar é o jardim e as obras externas. 
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Cozumel é a maior ilha do México, tem 14 km de largura e 50 km de extensão. Esta escultura em bronze é linda, mostra os mergulhadores, peixes e corais com muitos detalhes. Na imagem onde aparece o navio tem uma escultura de andorinhas em primeiro plano. Isto porque a ilha era chamada pelos maias de "Cuzamil-Pectin", "lugar das andorinhas". Os maias acreditavam que Cozumel era o lar espiritual de Ixchel, a Deusa da fertilidade e do amor. As mulheres maias vinham de todas as partes deste grande império para adorá-la em seus santuários na ilha. Diz a lenda que Ixchel agradecia às mulheres por terem lhe dedicado templos enviando seu pássaro predileto como sinal de gratidão. Acredita-se que os maias tenham se instalado na ilha há mais de 2000 anos para comercializar os frutos do mar que lá são muito abundantes. As conchas eram coletadas como um dos ingredientes do estuco que era muito usado no continente. O oceano também fornecia outros itens valiosos como dentes de tubarão, espinhas de arraias e outras conchas que eram usadas para rituais.
Fábrica de Tequilas e loja de charutos cubanos.
O explorador espanhol Juan de Grijalva chegou pela primeira vez em Cozumel em 1518. Um ano depois chegou o açougueiro Hernán Cortés. Estes conquistadores impiedosos invadiram a ilha destruindo tudo que havia pelo caminho. Até hoje se especula se os espanhóis trouxeram a varíola de propósito ou não mas o fato é que ela se espalhou entre os maias e aqueles que não morreram foram algemados e enviados para Cuba como escravos.
Entre 1519 e 1570 a população caiu de 40 mil para três mil. Por volta de 1600 a ilha estava praticamente às moscas. Logo se tornou uma base para os piratas que se escondiam em suas inúmeras enseadas e aterrorizaram o Caribe nos séculos 17 e 18. Em 1848 Cozumel foi retomada pelos maias e vieram também refugiados espanhóis brancos da longa e sangrenta "Guerra das Castas" do continente. Aos poucos foi sendo habitada novamente e em 1910-1917 com a Revolução Mexicana, houve reforma agrária e liberdade para os Isleños.
A popularidade do novo "doce" chamado chiclete nos EUA acabou levando a ilha ao crescimento. Cozumel era o port-of-call do chiclete e do coco na rota de exportação para a America Central. Durante a Segunda Guerra Mundial a Força Aérea Americana construiu uma base lá para lançar aeronaves em busca de submarinos alemães (U-boats). O primeiro hotel, o "Louvre", abriu em 1924. Depois da crise econômica dos anos 30 o desenvolvimento turístico estagnou.
Os mergulhadores começaram a chegar à ilha nos anos 50 com o advento dos equipamentos modernos de mergulho. Jacques Cousteau e sua equipe descobriram o paredão de recifes bem perto da costa da ilha e declarou ao mundo que aquele era um dos lugares mais incríveis do mundo para mergulho. Depois disto, já viu né? Por volta de 1970 a população cresceu rapidamente para 10 mil e com a chegada do turismo aquela ilha antes desolada se tornou a jóia do Caribe Mexicano. Hoje tem uns 100 mil habitantes.
No meu pacote tinha refeição incluída mas eu vi logo que seria coisa pra turista e eu queria experimentar uma comida caseira autêntica. Vi esta casa simplesinha com cardápio na porta e entrei. É um restaurante dentro MESMO da casa da família. Algumas mesas no quintal vazio por causa dos borrachudos.Preferi sentar lá fora mesmo, sozinha, por que estava mais fresco. Fui super bem atendida, comida ótima, as tortilhas mantidas quentes dentro duma espécie de bolsa de tecido, experimentei a água de hibiscos (bobinha de tudo) e ainda pude ver de perto o altar do Dia de Muertos, coisa tão particular desta família.
Adoro estas "bandeirinhas" típicas que se vê pra todo lado e acabei achando pra comprar na Papelaria Cancun, super escondida no centro de Cancun. As de cima fotografei lá e as de baixo, é claro, as próprias já na minha sala, olhaí! 
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Na parede azul, repare na guirlanda bonitinha de fuchicos.
Gostei do arranjo com as velas, mas será que não pega fogo?


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Já andei mostrando aqui a minha paixão pela versatilidade das cabaças que tem outros nomes,( dependendo da região ou do país).Minha primeira memória delas é da cozinha da minha avó, uma meia cuia que servia para pegar o arroz cru. Tudo bem. Só que eu "herdei" a mania deste uso da tal meia cabaça da minha mãe e uso até hoje. Esta "durabilidade" já me encantou. Já gostava das formas. Daí, em Uberaba, na fazenda, tinha um pé de "coité"( outro nome). Enfim, acho estas coisinhas de formas arendondadas que nascem em árvores ou de forma rasteira um assunto muito interessante.Hoje vou mostrar só o uso que eu faço delas mas vocês não calculam a versatilidade desta benção da natureza.
Com esta mania de pintar tudo que vejo pela frente é natural que eu tenha tido olhos para vesti-las com uma roupinha com a minha cara, sometimes folk e sometimes ...sei lá, dou umas viajadas pensando nas pessoas que eu quero bem e seus hobbies.
É claro que eu tinha que escolher a forma mais complicada para apreciá-las, ou seja, as menores que eu encontro. Acabei achando uma nova função para elas, simplesmente colheres. Ideais para coisas secas como sal,açúcar, farofa, farofa para sorvete, farinha de trigo, pó de café etc. A maior delas aqui equivale a uma colher de sopa.
Uma coisa puxa a outra, recebi sugestões, e elas se tornaram quadrinhos para portas de banheiro, enfeites para árvores de Natal etc.
E o tema não tem fim, a cada viagem, eu descubro uma silhueta que se adapta à forma de uma daquelas que eu tenho na mão. Pela sua própria natureza elas acabam sendo pintadas de forma exclusiva, únicas. Eu parto de uma forma e daí tento pensar num desenho que se adapte à ela. Dou algumas demãos de tinta branca comum,de parede mesmo e depois desenho. Daí pinto com tinta para artesanato. Por fim, duas camadas de verniz naval para garantir a durabilidade.
Marcadores: Gourd- Cabaças-Calabash-Kürbis-Pumpkin
A Kombi, eu acho, é da indigo blue.
Alguns são simples, outros muito elaborados, mas sempre encantadores.
Este primeiro, sobre a vida, é de Branca Rotelli.
Gosto destes que lembram pinturas naiv, com bastante detalhes que retratam a vida local.
Fotos que minha irmã tirou em Ban-Thapaene
Ela comentou que são sempre meninas novinhas bordando e sempre em galpões bem pobrezinhos e muito escuros.
Também da minha irmã, de Kalaga, Myanmar. Olhem só por onde ela andou! Tive que procurar no mapa.A moça bordando à direita é na Turquia.Ela esteve também no Laos e talvez uma dessas imagens seja de lá, vou checar.
Marcadores: Craft
Este arranjo é da 100 Layer Cake, gostei muito.
Este super original com as linhas é da Rachel Ray.
O de miçangas é da Country Living. Adorei
Paper and Stich
Marcadores: Flowers
À esq,apartment therapy, dir., material girls blog Los Angeles.
Pia do designer Johan Kauppi e azulejos do arquiteto sueco Lars Sundström.
O da direita é do apartment therapy com a parede cheia de quadros de passarinhos.
Este banheiro eu fotografei naquele restaurante de Londres onde serviam crocodilos e outros animais estranhos.
A primeira placa, a esquerda, eu fotografei em Londres, numa lanchonete.
Contrastes dos nossos tempo, um banheiro do Japão todo cheio de recursos e um de fossa que fotografei ha dois anos no Mercadão de Genova.

E para finalizar, a variedade que existe hoje de papéis.

Marcadores: WC
Mercado Ki-Huic -Bom, continuando as dicas pra Cancún,não perca seu precioso tempo para ir a este mercado. A única coisa bonita que vi lá foram estas bolsas. O mercado fica no centro, num lugar bem feioso, o mercado é esquisito e sujo.
Mercado 23 - Outra fria. É que eu sou curiosa e além do mais todos os mexicanos da cidade gostam de comprar comida neste mercado aí então eu arrisquei. É mais feio que o anterior.É um mercado mais para alimentos mesmo.Outra fria é este passeio de galeão.Este,pelo menos,eu saquei logo. Eles saem lindos e iluminados a noite para o mar mas o programa é ridículo, totalmente artificial.Imagine uns mexicanos assanhadinhos vestidos de pirata tentando embebedar com tequila umas gringas.Alguém se habilita?
Mercado 28 - Este vale a pena. Fica também no centro, é bem grande e tem só barraquinhas de artesanato...
e alguns restaurantes até muito animados.
É uma questão de gosto, para mim, um lugar assim é o paraíso. Duro é escapar dos vendedores e pechinchar mas sai tudo bem mais barato que na Zona Hoteleira.
Plaza Bonita - É bonitinha sim, tem cara de vilarejo mexicano e é meio que emendada no Mercado 28.
Parque Las Palapas - é uma praça no centro onde nos fins de semana sempre rola música ou outros eventos. Tem barraquinhas de artesanato e de comidinhas. Gostei,é mais limpo e as barracas são boas mas fui de dia.
Marcadores: Dica de Viagem





Marcadores: Vehicles
Paper and String, Elena Fio.
Do blog do Ryoko e Anna Laura.

Elena- fiori.
Os cachorrinhos são da Augustina.
Um protetor para manter o chá quentinho. As sacolinhas são para colocar i-pod.
Marcadores: Craft
Abaixo alguns dos restaurantes do La Isla.Restaurante Indiano
Este tailandês é sobre palafitas, fica lindo a noite.
La Madonna. Lindo.
Plaza Kukulcan – é o shopping mais chique, onde se encontram todas as grifes famosas. Eu, particularmente, só achei interessante este banco de madeira da Frida com o marido e o belo vitral com imagens da história do México. De resto, é igual aos outros de qualquer cidade.
A Noite tem o Coco Bongo, um dos night clubs mais animados. Outro ponto turístico é o Mirador, o ponto mais alto de Cancun, 6 metros acima do nível do mar. O restaurante com esta lagosta enorme no teto é o Lorenzillo’s, famoso por que lá se escolhe para comer a lagosta viva. Fica bem na lagoa, na Zona Hoteleira.
O Carlos’n Charlie’s é um restaurante muito animado que fica no Forum by The Sea, aquele do buchicho à noite. Lá os garçons dançam e a decoração é bem diferente.


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Vi arvores de todos os tipos na minha pesquisa. De tambores e com madeira, caixotes.
Uma de temaki e a outra de conchas.
A de livros e da madsilence.wordpress.com
A da direita e uma criacao de Gareth Pugh para uma loja de Oxford Circus. Usou 60 lampadas de neon e tem tres metros de altura.
Todos os anos a arvore da Tate Gallery e feita por um artista diferente. Esta e de Bob e Roberta Smith e reflete os tempos ecologicos. E feita de bicicletas com material reciclado, tem 11 metros de altura e e interativa. Foram colocadas oito bicicletas no tronco e quando as pessoas pedalam ela se move.
Esta lindinha de corações é de Branca Rotelli
Esta é a maior árvore de Natal de vidro Murano do mundo e celebra também os séculos desta arte veneziana.Foi preparada por um grupo. Marcadores: Datas Comemorativas
A cúpula de sinhaninha eu vi no "A casa que minha avó queria", da Ana Medeiros, o de matrioska é da lillyberlin.de.dawanda.com e o último vi na live bohemian, do flickr. Repare que ele tem aquelas minietiquetas penduradas.
Estes, Fifi Mandirac.
O da esquerda, Deko Basteln.Da dr., Elisa Nalin.
Estes lindos, coresdacasablogspot e wellappointedhouse.
Este é um criação de Philippe Tyberghien, é um cone plástico coberto por uma capa de lã que também se estende pelo fio.
O de cima a Tete viu no Theatro da Villa em Tiradentes,a luminária de telha é de lá também.O que usa a forma de sapato antiga ela viu no Hotel Brisa da Serra, também em Tiradentes.O outro, numa loja por lá.
Foto da Tete no charmoso hotel Brisa da Serra e no Theatro da Villa, em Tiradentes 
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Foi criada para ressaltar os valores,tradições e diversidade cultural do México. Querem recuperar o orgulho mexicano.
Pelo que entendi ( sou péssima em espanhol) estes bonecos da direita representam alguns deuses da cultura mexicana e a vendedora disse que vendem a bessa.
Eles fazem camisetas, bolsas, bonecos, espelhos, caixinhas etc. Tudo lindinho, bem acabado e cheio de detalhes. As camisetas são de ótima qualidade e é tudo feito no México por mexicanos. Adorei a idéia.Não resisti e acabei comprando a bolsa verde. Não é muito louca?
Em Cancún tem no Plaza las Américas e no shopping Kukulcan.
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Este costume estabelecido por civilizações pré coloniais mexicanas se tornou uma cerimônia onde crenças indígenas acabaram se misturando com as católicas. O Dia de Finados no México, portanto, não é um dia de lamentações mas sim uma celebração alegre e colorida quando a morte adquire uma expressão amigável e até animada.Os indígenas acreditavam que as almas não morriam, que continuavam a viver em Mictlan, um lugar especial para o descanso.Neste lugar os espíritos descansam até o dia em que poderiam voltar às suas casas para visitar os parentes.Daí então os altares para esperar por êles.
Este altar eu fotografei na praça central de Cozumel.Antes da chegada dos espanhóis êles celebravam a volta das almas entre Julho e Agosto. Os espanhóis mudaram as festividades para que coincidisse com o dia 2 de Novembro da igreja católica.
Este altar vi dentro de uma casa onde almocei. A dona me mostrou as fotos dos mortos da família e explicou melhor sobre o altar. Foi o mais "feinho" que vi mas o mais comovente.Sinceramente, eu adorei a idéia. No Brasil eu nunca vou ao cemitério e desta forma,particular, acho que eu encaro.
Também é tempo de fazer brincadeiras e rir da morte através das "calaveras" e poesias que fazem referência a alguém em particular, geralmente políticos.É tempo de chocolate e caveiras de amaranto que são trocadas entre amigos com o nome deles para que "comam a própria morte" e também artesanatos especiais que representam os diferentes aspectos da vida com os esqueletos representando as atividades diárias.As imagens da direita são do "Pan de Muertos"
O dia primeiro é dedicado às crianças e em muitas cidades fazem o ritual da Vigília dos Anjinhos no cemitério.
Esta miniatura linda é da AY GUEY, uma grife incrível. Farei uma postagem sobre ela também.
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Na chegada as pessoas são abordadas por muitos agentes de viagem querendo vender os passeios, alugar motos ou carrinhos elétricos. É de desorientar, cada um fala um preço. Procurei um guarda local que me indicou um guia oficial que me vendeu um passeio de barco "em grupo, com almoço e snorkel" por 200 pesos. O grupo era eu e uma mãe mexicana com duas crianças.O barco é deste tipo aí. Levei meu próprio snorkerl e entreguei pra Deus.
O barqueiro parou em três lugares para mergulharmos, El Farolito, la Cuevita e San Bajo. Nm desses lugares tem este navio encalhado, rodeado de peixes e o melhor é que dá pé. É inacreditável. Adorei.Queria ficar lá pra sempre.
Depois ele parou num tipo de reserva natural onde cuidam de tartarugas. Mais 30 pesos, tudo bem, banheiro limpinho mas o passeio em si é fraco. Nosso Projeto Tamar dá de 10 a 0.No aquário lá vi os cavalos marinhos e estes peixinhos lindos impossíveis de se fotografar, não ficam quietos.
Ele parou também onde as pessoas vão para nadar com os golfinhos. É um passeio de dia inteiro, custa US 150,00 (e você não leva o bicho)mas na verdade fica-se segundos com os golfinhos. É a conta de se tirar uma foto. O resto do dia é pra usar o clube.Pelo menos deu pra ver de longe onde é e como funciona. Em seguida ele parou num "cercadinho" onde tem um tubarão grande e as pessoas o pegam no colo dentro dágua pra tirar foto. Eu hem?? Não quis nem saber se o tubarão era banguela, fiquei bem longe.Olha só o nível das instalações e a segurança disso!! Aí seria a última parada para almoço. O restaurante era muito vagabundo e resolvi voltar a pé pro centro no maior calor.
A carinha da ilha é esta, simplezinha. A praia é muito boa.
A ilha tem 1 km de largura e 8km de extensão. O nome deriva provavelmente de estatuetas maias em forma de mulheres encontradas no local pelos espanhóis e destruídas por eles.
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paul-joseph-hopper
Linda foto de João Urban que vi no dec(ouer)acao
Dwell magazine 


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Fiquei no Oasis Viva Beach.É apenas um dos muitos que ficam na Zona Hoteleira,ou Isla Cancún.A ilha é em forma de L, tem 23 km de extensão e é ligada ao continente por duas pontes.O melhor deste hotel é a praia,o preço e também fica pertinho de vários shoppings e bares.Me disseram que um dos melhores é o Meliá, onde fica o rei da Espanha e também o Ritz Carlton (US850,00 a diária) com direito a digitar o aroma que você quer no quarto, entre outras coisas.
Com o pé na areia, a construção branca é o hotel. Embaixo uma casa bonita que vi na mesma praia e um super barco lindo.
A primeira imagem é a vista do comércio na frente do hotel. Esta construção branca é o Hotel Riu. É lindo, fica bem ao lado.
O "tiozinho" anda pela praia vendendo as conchas e faz com elas um som bem alto, quase como aquela de navio. No hotel, estas mulheres fazem este penteado (US25,00) em 80% das mulheres. Morri de vontade de fazer mas não tive coragem.Além do mais, como me manter quieta, sentada, com tanta coisa pra ver? O penteado dura uns 15 dias. Houve uma noite de degustação de tequilas. Pude provar a melhor, Don Julio, e as outras também, inclusive as da casa com sabor de café, maçã etc.
Lá a maioria dos cocos são amarelos e pavões passeiam livres pelo hotel. O quarto é normal, cobram US$ 3,50 por dia para usar o cofre.Desaforo né? E também não tem frigobar.
Eu adoro praia do tipo piscinão, sem ondas. A de lá é assim por que tem a Isla Mujeres na frente que barra as ondas.
O sistema é all inclusive, o pessoal bebe o dia todo mas achei os drinks um pouco aguados.Com "propina" o atendimento melhora.Pra quem vai só para curtir o hotel tem atividades na piscina, shows a noite, como num navio. Os shows são bem fraquinhos. Achei a comida muito boa,com opções para todos os paladares, inclusive um bife na chapa maravilhoso.Quanto aos tacos,eles não fazem aqueles crocantes, durinhos, eles pegam a tortilla e dão uma leve tostada na chapa. O recheio também não é de carne moída e sim carne de panela desfiada.Servem no café da manhã também e comi todos os dias.
Bem pertinho fica a Plaza Caracol, um shopping. Lá tem uma loja, Ambarte, que adorei. Tem o melhor do artesanato mexicano,feito por artistas renomados, tudo assinado. Estas peças foram feitas pelos índios Huicholes, um grupo étnico que se recusou a entrar em contato com o mundo exterior.Vivem em áreas inaccessíveis na Sierra Madre Occidental do México.Não sei se dá pra ver bem, são cobertas por minúsculas miçangas.Todos os desenhos tem um significado, são um reflexo da tradição e cultura deles. Através da arte os índios codificam e documentam seu conhecimento espiritual. Há peças deles em museus de Berlin,Paris e Nova York.
Na Ambarte eu vi as árvores da vida mais bonitas, pena que esqueci o nome do artista.O rapaz que me atendeu (Luiz Gustavo Quintana)é um apaixonado pela cultura mexicana, mostra nos livros, explica tudo.Esta é loja imperdível.
Esta guitarra enorme é a frente do Forum By The Sea,um shopping de 3 andares. Aí é que a noite acontece.Fica um monte de gente nas filas dos bares, a música é altíssima no meio da rua,tem performistas de todo tipo e dá pra ver de fora o que está rolando em alguns.É um lugar legal e animado pra passear a noite mesmo que você não vá, por exemplo, ao Coco Bongo, que é o lugar do momento. Dizem que é imperdível. Eu tô fora. Lá tem o Rainforest Café e o Carlos'n Charlie's, um outro restaurante super animado com decoração legal onde garçons dão shows.
Imagens do Hard Rock Cafe, dentro do Forum by The Sea. Olha o cadillac no palco.
O melhor meio de transporte é o onibus. Da zona hoteleira até o centro custa 7,50 pesos (aprox. R$ 1,30) Tem dia e noite e é seguro. Não tem cobrador, o motorista deixa "la plata" bem a vista e dirigem feito loucos. Mas é divertido, é a hora que a gente tem pra ver a cara do povo.Uma vez tinha até um cara tocando violão e cantando música(mexicana das bem bregas)a troco de "propina" (gorjeta).
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Adorei os prendedores de morcego(art.Lebedev Studio). Repare na guirlanda de caveirinhas.
Como preparar uma abóbora para colocar as balas.
Eu salvei estas imagens ha muito tempo e infelizmente não anotei a fonte. Se alguém souber me diga que eu acrescento.
Várias sugestões muito originais para a decoração dos doces.
Neste link explica melhor a tradição http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/halloween.htm

Marcadores: Datas Comemorativas
Também visto por ela lá mesmo, docinho de coco. Simples e genial!
Ainda na Tailândia, diversos tipos de arroz, com acafrão, espinafre, leite de coco. O azul é de uma flor. Não ficou lindo?
Comidinhas em Chiang Mai, Tailândia. O espetinho ela não se lembra do que era.Ao lado, Chu Chii Pla (peixe assado na folha de bananeira com creme de coco e um toque de curry vermelho)
Carne de vaca enroladinha na bendita folha, Tailândia.
Estas imagens não me lembro onde vi. Gostei do formato de barquinho.
Em Salvador, na Feira de São Joaquim, as folhas são vendidas assim, já cortadas em quadrados. Ao lado o joão-deitado, feito com mandioca, açúcar, manteiga, ovos e queijo canastra. O sabor é de uma pamonha doce.
Uma produtora rural e o seu doce de leite enrolado na folha de bananeira (Viagem e Sabor)e ao lado, broinha na folha de bananeira, também chamada de pau a pique.(foto de Dulce Horta)
Doce de arroz recheado com queijo e cupuaçu em folha de bananeira de Simone Gomes e ao lado, pescada amarela na folha de bananeira e pirão numa criação de Ana Luiza Trajano. www.gulaedicaoeletronica.com.br 
Marcadores: Gourmet Tips
O evento foi um sucesso e o público teve oportunidade de conferir de perto a iniciativa da ArtPhoto com a curadoria do professor e crítico de arte Carlos von Schmidt.
O querido e respeitadíssimo Carlos von Schmidt, a competente Sonia Skrosky que por sua vez torna possível os projetos dele. Embaixo Rosana De Conti,diretora do projeto, e Duda Rosa, coordenador. Um time e tanto!
Érico Santos e sua obra, e o anjo da vez, Bete Rangel, a quem sou muito grata por ter me acompanhado e tirado estas fotos.
As giclées ficarão à venda no espaço Tucarena na Puc, São Paulo, até 12 de Novembro mas também poderão ser adquiridas pelo site www.artphotoprodutos.com.br/projetogiclee e na Galeria ArtPhoto (11-3724-9411)
Marcadores: Eventos




Esta imagem, que é o sonho de muitas mulheres, eu vi no blog da minha amiga arquiteta Analu Andrade www.analuandrade.com.br/blog
Este ambiente eu vi na Lily Cottage
Adorei este que vi no Ffound
Marcadores: Casa e Decoração
Outro dia nos encontramos e ele me contou uma coisa ótima: está entre os quatro artistas brasileiros convidados pela FIFA pra participar da 2010 International Fine Art Collection. A FIFA está escolhendo cinco artistas de cada um dos 32 países que participarão da Copa do Mundo na África do Sul. O critério usado – criar obras inspiradas no futebol, na África e também no seu próprio país.
Gosto muito dos quadros dele. Olhem só!
Voltando ao assunto, serão feitas 210 (por causa do ano 2010) reproduções numeradas de cada uma das obras. Elas terão o selo oficial de produto licenciado pela FIFA e estarão a venda.
Mais uma gracinha da Herzensheart.
Estas são todas bordadas com as coisas típicas do país, estado ou cidade.
A lula gigante, by AngDavidson do Etsy.
Marcadores: Almofadas Cushion Pillows kissen
A propósito, minhas obras, que normalmente são 30x 20cm, foram reproduzidas em escala maior, 0,75 x 0,50. Adorei!
Olha só os craques que vão participar!
A cadeira-cacto vi no Objeto de Desejo, a outra é de Tanya Goodwin.
O sofazinho é da Coisas da Doris, o banco eu não me lembro.
Os sofás eu achei no ffound e não dizia de quem eram.
O puff é do blog do Atelier Gaya e as cadeiras são da Future Perfect.
Os banquinhos-balde,design de Gabriele Pezzini. O de xícara acho que vi no Bem Legaus.
Os banquinhos de baixo eu fiz por encomenda para duas irmãs que pediram os temas cavalo e mar.

Marcadores: Furniture

Tão "clean"!! Bonito também.
Cama da Ashley feita com palets. Reciclando!
Repare que o telhado da casa de passarinho é um livro.Cada uma...
Super aproveitamento de espaço!
Esta imagem é do Design Sponge. A cama é estofada com tecido e depois fizeram a pintura.
Marcadores: Casa e Decoração
Gente, eu tenho recebido uns comentários legais e gostaria de responder agradecendo ou mesmo responder as perguntas mas não dá porque nem sempre aparece o e-mail de quem mandou.Aparece o tal "noreplymessage"Marcadores: Message Board
Como estava com fome parei no primeiro restaurante que vi. Comida no fogão a lenha, linguiça pendurada, me pareceu interessante. Mas pra quem experimentou as delícias da Valdete de Uberaba, não é qualquer comidinha caipira que agrada. Ainda por cima fria em cima do fogão aceso! Mistério. Garçonetes entediadas, assim como toda a população local. O único movimento que se vê é dos carros de passagem para as outras cidadezinhas deste circuito. Mais tarde vi este outro restaurante, Tia Nastácia, que deve ser melhor.
Será que teve festa ontem e estão todos de ressaca? Perdi alguma coisa? Se domingo na praça é assim, imagine durante a semana!
As bonecas de pano, vez ou outra me prendiam o olhar mas faltaram flores nas janelas, faltaram ousadia e criatividade no artesanato que parou no tempo.
Gostei destes mosaicos que vi numa casa.
Esta é a loja mais bonitinha.
A concorrência com outras cidades da região é grande. Não deviam deixar que a cidade continuasse assim, uma cidade de passagem.
O que vi foi uma cidade sonolenta com crianças sentadas e alguns homens caídos de porre. Meggy estressou com a estrada em ziz-zag e com a quantidade enorme de vira latas da cidade,por ironia, os únicos animados.
O verde da natureza em volta é uma moldura incrível, o quadro,porém, está precisando de uma boa restauração. Monteiro Lobato, o próprio, deve estar uma fera.
Marcadores: Dica de Viagem
Pode-se também usar limões ou lampiões.
Adorei a ideia do carrinho!
Daqui pra frente é uma festa cowboy. Repare na toalha com bois,nos vidros de compota com flores,no trigo no guardanapo...
...nas bandanas ao invés de toalhinhas, nos saquinhos com "ouro", no banco de feno, nos arremates dos guardanapos com rendinha e barbante
e pra completar o visual...

Marcadores: Party Time
Ela arrumou uma pranchas pequenas de madeira e deixou o material pra quem quisesse pintá-las
Até o tapetinho tem formato de prancha.
Guardanapos com imagens do tema, cupcakes com plaquinhas feitas de canudo colorido cortado.Os copos redondos com canudo tortinho ela comprou pela net. Acho que este tema pode ser adaptado também para uma festa para adolescentes e adultos, não acham?
Marcadores: Party Time
Ilustração de Amy VangsgardMarcadores: Message Board
Mas acreditem, há momentos na vida em que precisamos usá-los para cobrir a cabeça, seja por algum evento onde o uso do mesmo é apropriado, algumas vezes por que nosso cabelo não está nos melhores dias ou mesmo por causa de algum tratamento químico onde houve queda do mesmo, problemas hormonais etc

Andei experimentando e percebi que também é importante ter vários tipos de lenços, vários tamanhos. Cada arranjo destes exige um tipo certo, mais comprido, mais estreito, triangular etc.
Tenho visto pessoas bem "Vips" que souberam fazer uso deste artifício de última hora e ficaram muito bonitas.

Marcadores: Moda
Cada um mais lindinho que o outro, de vários sites
Para que tem em dose dupla...
Olha que charme!!





A maioria das bonequinhas ela trouxe da Turquia e gostei da forma que encontrou para mostrá-las, em caixinhas coloridas pintadas pela mesma.
A cúpula do abajour com miçangas foi também feito por ela.Prendada, né?
O pequeno relicário azul na parede foi feito por Lis Vissoto
Olhem a mini poltrona, que gracinha! A cômoda com papel de jornal japonês é criação do Atelier Mena Presotto.
A sereiazinha pendurada também é de Lis Vissotto.
Muito bonita a escultura de peixe em arame. As almofadas de Batman e Robin também foram feitas por ela.
Marcadores: Casa e Decoração




A sapateira foi usada para guardar lápis. Dá pra se adaptar a ideia para outros badulaques também.
Gostei!! Muito prático. Cabe livros, óculos, garrafinha d'agua, remédios.
No site que eu vi isto eles juram de pés juntos que tudo que foi usado na organização deste cantinho foi comprado em lojas de US$ 1,99.
Aqui fizeram uma "bolsa- suporte" com pano de limpeza para acomodar as ferramentas.
Marcadores: Casa e Decoração
Minha mãe se chamava Nilcy Costa e era super habilidosa. Tudo que ela fazia era único e cheio de detalhes. Acredite se quiser, ela fazia doce de jaboticaba. Mas veja bem,ela cortava uma a uma com a tesourinha, tirava o recheio, fazia o doce e colocava de volta, bolinha por bolinha.Ficava lindo como cobertura de sorvete e manjar.
Esta é uma série encantadora que ela fez. Repare na riqueza dos detalhes.
Ela produziu muito, sempre cenas campestres, casinhas românticas com jardins floridos, crianças brincando( sem brinquedos). Não se preocupava em vende-las mas quem via acabava comprando.São irresistíveis e tem esta capacidade de nos transportar ao passado e a uma época de muita paz que está ficando cada vez mais longe.
Marcadores: Arte



Marcadores: Message Board
Eu vi várias casas com a trepadeira acima em Londres e pintei este quadro(vendido)
Adorei esta ideia que vi no Do it Yourself!
Adivinha como são feitos estes vasos? Com aquele pé de meia que sobrou, que sumiu.Voce envolve o vaso com ele e amarra embaixo, corta bem legal pra não ficar um desnível. Na borda interior voce cola uns dois dedos do lado de dentro. Legal né ? Ideia da Rachel Ray.
Esta imagem não dá vontade de pintar ? Lindo!!
Estes dois cantinhos lindos dão vontade de passar o dia. Na Fabulous Fifi tem uns jardins assim, pra quem gosta deste estilo. I do!!
Detalhes para se surpreender no meio dos vasos.
Daí, depois de fazer as coisas bonitas acima, plantar, semear, podar, prender, tem que arrumar a bagunça...
á esquerda, Nathan Evan
Marcadores: Jardinagem

Silvia, Marcio Gama e nora. Bia Meirelles. Ana Paulina (em pé)
Marcelo Marchesi e filhos, Angela Simioni, Gabriela Gallo, a colunista Duda e a paisagista Fernanda Mansur
Neuzinha Biaggi, Laura Marchesi e Ana Maria Azevedo
Márcia Terra, Marilena Baracchini,Rita Baracchini e Silvia Junqueira.
Eliana Pedreschi, Márcia Terra, Tete e Ricardo Lian.
Henrique, Eduardo Barracchini, Lucia Faccil e Ana Alice Lian.
Com a incrível dupla que comanda a Livraria Paraler, Rita e Marilena Barracchini.
Para homens, repare nos recipientes, que originais. Tão difícil dar presente para homens, né?

